Com licença... acho que vou lavar as mãos

00:30 Junior Lopes 0 Comentários

Peste Negra by Wikimedia Commons

O pessoal do 7º ano viu que a vida não era nada fácil na Idade Média. Viu também que a falta de higiene (da maneira que conhecemos hoje) contribuiu para a fácil disseminação da Peste. Além disso, descobriu que existem doenças muito perigosas até mesmo nos nossos dias. Saiba mais como era viver naquele período lendo a reportagem da SuperInteressante. Ela já é bem velhinha, saiu na revista de janeiro/1992, quando ainda nem vocês nem seu professor de História haviam nascido, mas mesmo assim é um texto bem legal que nos ajuda a visualizar um pouco das dificuldades daquele período.

O mundo no tempo das pestes
Ao longo da História, as epidemias provocaram mais mortes do que todas as guerras.
A descoberta dos antibióticos diminuiu esse risco até a chegada da Aids, que ainda desafia os remédios
por Lúcia Helena de Oliveira e Regina Prado
 
Nos países industrializados, os problemas cardíacos e o câncer formam uma dupla campeã de causa de mortalidade, devido aos hábitos e, ironicamente, à longevidade conquistada pelo homem moderno. Pois essas doenças degenerativas precisam de um tempo maior para se desenvolverem. E, até o início deste século, as pessoas costumavam morrer antes desse prazo, infectadas por parasitos de toda espécie. Contudo, apesar de provocarem um menor número de vítimas hoje em dia, as doenças infecciosas continuam a atemorizar, talvez por serem as únicas transmissíveis de uma pessoa para outra. A compreensão das infecções começou a avançar para valer em 1348, quando estourou a chamada Peste Negra na Europa. Foi uma dura lição: em apenas dois anos, morreu de peste um quarto da população do continente, estimada em 102 milhões de habitantes. Naqueles tempos, acreditava-se que até o olhar de um doente podia contaminar alguém.

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Mais uma coisa, dependendo da correria do dia a dia, pode ser que eu demore um pouquinho para responder, mas pode ficar tranquilo que, cedo ou tarde, responderei.

Um abraço do professor Júnior