Roma Antiga - Mapa Mental.

01:26 Junior Lopes 4 Comentários

Aqui tem uma imagem ilustrativa do mapa mental.


Roma Antiga. 

Mapa mental. 




Mapas mentais são diagramas criados com o objetivo de sintetizar informações e auxiliar, entre outras coisas, no aprendizado. Como o conteúdo sobre Roma Antiga é muito extenso e repleto de informações, o mapa abaixo foi criado com o objetivo de facilitar a compreensão do mesmo. Caso tenha alguma sugestão, favor deixar seu comentário logo ao final desta postagem.

Obs.: Levem em consideração que este é o meu primeiro mapa mental. rsrsrsr
Ao clicar no 'Play' a ordem de exibição não está correta, 
mas você pode visualizar o mapa mental manualmente.




por ProfessorJunior



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Um abraço do professor Júnior!

Greve Geral dos Educadores da rede pública estadual de ensino do Paraná.

18:54 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem um fac-símile do panfleto da greve.

Greve dos professores tem início marcado para 23 de abril. 

A pauta decidida em assembleia, consta de 50 reivindicações. 



Confira uma seleção de perguntas e respostas elaborada pela APP-Sindicato com esclarecimentos sobre a greve.


Por que da greve? A Greve é um instrumento para que a categoria tenha suas reivindicações atendidas. As grandes conquistas da categoria foram obtidas usando a greve como instrumento. As conquistas gerais dos/as trabalhadores/as, como a aposentadoria, o auxílio-doença, as licenças, férias, limitação da jornada de trabalho, 13° salário, e outras garantias foram conquistadas com movimentos de greve. Sem falar de Direitos como o voto e a representação democrática das instituições públicas.
A Constituição Federal aceita a greve como instrumento da Categoria e o Supremo Tribunal Federal reconhece a greve como instrumental legal das organizações dos/as Trabalhadores/as.
A greve é política? A greve é o recurso que os/as trabalhadores/as tem para serem ouvidos/as e no nosso caso, para dar efetividade às negociações. É um novo momento político na conjuntura atual deste Governo que vêm desconstruindo direitos já conquistados. Sempre que reivindicamos nossos direitos estamos fazendo política, porém não podemos aceitar falas de desconstrução do nosso movimento que tentam caracterizar como uma ação eleitoral ou partidária. Nosso compromisso é, como sempre foi, com a luta dos/as trabalhadores/as. Até porque se assim fosse a greve aconteceria em setembro e não agora. Portanto, reafirmamos: a greve é para resolver a pauta da categoria.
Qual é a pauta da greve? Nossa pauta de reivindicações foi reformulada na primeira Assembleia deste ano passando a constar de 50 itens. Esse número elevado de itens por si só explica o descontentamento que levou a categoria a greve. Porém a pauta da greve tem 13 itens que são os prioritários e fazem parte da nossa campanha salarial: 33% de hora-atividade, Piso Nacional do Magistério, Reajuste para os/as Funcionários/as das escolas, Pagamento de avanços em atraso, Concursos Públicos, Novo Modelo de Atendimento à Saúde, Cargo de 40 horas, Alteração dos contratos PSS, Enquadramento dos/as Aposentados/as, Porte de Escolas, Hora-aula e Hora-atividade para a Educação Especial, Infraestrutura adequada nas escolas, Pelo fim do desmonte pedagógico.
O Governo está dizendo que já cumpre 41% de Hora-atividade, isto é verdade? Não, porque a lei do piso garante 1/3 de hora-atividade sobre a jornada do/a professor/a. No Paraná a hora-aula é de até 50 minutos, conforme o Plano de Carreira do Magistério (Lei 103/2004), isto significa que um/a professor/a com jornada de 20 horas terá 13 aulas e 7 de horas-atividade, não é o que acontece hoje. Precisamos de mais uma hora-atividade para completar os 33,33% previstos na Lei.
Quem deflagra a greve? Fazer ou não a greve é decisão do conjunto da categoria em Assembleia Estadual que é a instância de competência legal para isto.
Após ser votada na Assembléia, esta decisão de permanência na Greve só pode ser tomada em nova Assembleia, com o conjunto da categoria. A Greve não é uma decisão individual e sim, coletiva. Também não pode a decisão individual se sobrepor à da Categoria. Portanto, os/as trabalhadores/as em educação do Paraná estarão em greve a partir do dia 23 de abril, conforme decisão unânime da Assembleia Estadual de 29 de março.
Podemos votar a favor ou contra a greve nas escolas? Não, a decisão foi tomada na Assembleia Estadual, portanto é soberana e coletiva. Também a decisão de poucos, de uma pequena parte, não pode de maneira alguma se sobrepor a da Categoria. Desta forma, votação por escola sobre a decisão de fazer ou não a greve é um erro que indica vícios de regimes autoritários. Doutra feita, os avanços conquistados são para todos e todas, portanto todos e todas na luta sempre!
Na minha escola estão dizendo que o Núcleo está solicitando que quem for fazer greve, assine uma lista. Devo assinar? A comunicação de Greve é feita oficialmente pelo Sindicato para o Governo do Estado e para a Secretaria de Educação. Nenhum/a professor/a tem que avisar que está em greve individualmente. Em nosso caso, a comunicação devida foi feita, através de ofício ao Governador e ao Secretário de Estado da Educação. Nenhuma lista deve ser assinada, pois não tem nenhum valor legal, a não ser servir de mera intimidação, caso alguém já tenha assinado, não se preocupe.
Diretor/a pode fazer greve? Pode e deve, é o correto a ser feito. Os/as diretores/as também usufruem dos avanços e conquistas portanto o justo é que estejam juntos na luta.
Os/as diretores/as que fazem greve respondem processo administrativo? Não, pois a greve é um direito constitucional de todos/as trabalhadores/as. Antes de sermos diretor ou diretora somos trabalhadores/as em educação, portanto com o dever de respeitar a decisão soberana da Assembleia.
Temos que repor os dias em greve? Como temos compromisso com a Educação de nossos/as estudantes. Iremos repor para garantir que o conteúdo seja dado e alcancem as horas-aulas necessárias para serem promovidos/as. O calendário de reposição, sem punições, entrará no conjunto da negociação ao final da greve.
É verdade que se o/a funcionário/a não fizer greve, não precisa fazer reposição? Não, pois da mesma forma não dá para a Escola funcionar sem o quadro adequado de funcionários/as. Após a Greve todos e todas trabalham na reposição.
É verdade que se o/a professor/a não fizer greve, não precisa fazer reposição? Não, pois informamos aos pais, mães e estudantes sobre a greve. Nossos/as estudantes não comparecem. Mesmo que alguns compareçam, a SEED tem que garantir para todos/as, o conteúdo e as horas letivas. Assim todos/as os/as professores/as farão a reposição dos conteúdos e portanto dos dias de greve.
A APP quer negociar? A APP sempre levou todos os temas e reivindicações ao governo que é quem deve implementar as políticas. Como o governo deixou de cumprir o que havia assumido de compromissos e também passou a retirar direitos foi necessário nesse momento ampliar a pressão até a Greve Geral. A APP está sempre disposta a debater, a negociar e resolver a pauta. MAS é necessário que o governo apresente soluções, propostas que se efetivarão.
PDE pode fazer greve? Todos e todas devem fazem a greve para cumprir a deliberação da Assembleia. A greve é um direito constitucional e nenhum trabalhador/a pode ser prejudicado. A questão dos prazos do PDE entrará na negociação do final da greve, assim como todas as reposições. Se em algum momento o(a) professor/a tiver algum prejuízo na carreira nosso departamento jurídico estará atento para fazer a defesa. 


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Um abraço do professor Júnior!

No dia 21 de abril, 21 links sobre Tiradentes.

16:30 Junior Lopes 2 Comentários

Aqui tem um desenho de Tiradentes.


21 links sobre Tiradentes. 

Saiba mais sobre esse personagem histórico. 



Neste feriado do dia 21, aproveite para saber mais sobre Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Nos links você encontrará textos, filmes e imagens. Por favor, se encontrar algum link quebrado, deixe um comentário ao final desta postagem.



  1. A construção do mito de Tiradentes, de Carlos Roberto Ballarotti, na revista Antíteses, da Universidade Estadual de Londrina.
  2. A sentença de Tiradentes no site Historianet.
  3. A verdade por trás do mito, no Conexão Aluno.
  4. A visão de 5 artistas sobre Tiradentes.
  5. Análise do julgamento de Tiradentes, no IBCCRIM.
  6. Artigo na Revista de História mostra um Joaquim José da Silva Xavier mais humano, antes da Inconfidência.
  7. Auto de perguntas a Joaquim José da Silva Xavier, no Impressões Rebeldes, da UFF.
  8. Autos de Devassa da Inconfidência Mineira, no Arquivo Público Mineiro.
  9. Ilustração sobre Tiradentes, no Arquivo Público Mineiro.
  10. Impostos no Brasil e a Inconfidência, no ProfessorJuniorOnline.
  11. Morte de Tiradentes tem contestação, texto de 1999 na Folha de S. Paulo.
  12. O local de enforcamento de Tiradentes, na Revista de História.
  13. O relógio de Tiradentes, na Revista Museu.
  14. Os inconfidentes, filme de 1972, dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, no YouTube.
  15. Outro olhar sobre Tiradentes, no Almanaque Brasil.
  16. Perfil de Joaquim José da Silva Xavier, no Instituto Tiradentes.
  17. Tiradentes, filme de 1999, dirigido por Oswaldo Caldeira, no YouTube.
  18. Tiradentes, o Mártir da Independência, filme de 1976, dirigido por Geraldo Vietri, no YouTube.
  19. Tiradentes no acervo do Estadão.
  20. Uma biografia de Tiradentes no site São João Del Rei Online.
  21. Confira abaixo e acesse a obra Tiradentes Esquartejado, no Facebook, para vê-la em alta resolução (e claro, não se esqueça de curtir!):










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A execução de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

13:59 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma imagem do Tiradentes

Você sabia que o feriado de hoje relembra uma execução ocorrida no final do século XVIII? 

21 de abril. 




Há 222 anos, em 21 de abril de 1792, era executado no Rio de Janeiro o alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, devido ao seu envolvimento no episódio da Inconfidência Mineira, de 1789.
Antes de ser 'promovido' à condição de herói pelos republicanos brasileiros do final do século XIX, Tiradentes foi executado por traição à Coroa Portuguesa em 1792. O motivo foi sua participação na Inconfidência Mineira, da qual foi, segundo os autos, o principal mandante.
A sentença imputada a Tiradentes determinava o seguinte:
“Portanto condemnam ao Réu Joaquim José da Silva Xavier por alcunha o Tiradentes Alferes que foi da tropa paga da Capitania de Minas a que com baraço e pregão seja conduzido pelas ruas públicas ao lugar da forca e nella morra morte natural para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Villa Rica aonde em o lugar mais publico della será pregada, em um poste alto até que o tempo a consuma, e o seu corpo será dividido em quatro quartos, e pregados em postes, pelo caminho de minas no sitio da Varginha e das Sebolas aonde o Réu teve as suas infames praticas, e os mais nos sítios nos sítios (sic) de maiores povoações até que o tempo também os consuma; declaram o Réu infame, e seus filhos e netos tendo-os, e os seus bens applicam para o Fisco e Camara Real, e a casa em que vivia em Villa Rica será arrasada e salgada, para que nunca mais no chão se edifique, e não sendo propria será avaliada e paga a seu dono pelos bens confiscados, e no mesmo chão se leventará um padrão, pelo qual se conserve na memoria a infâmia abominavel Réu"
O documento que atesta o cumprimento da sentença tem o seguinte texto:
“Certifico que o Réu Joaquim da Silva Xavier foi levado ao lugar da forca levantada no Campo de são Domingos, e nela padeceu morte natural, e lhe foi cortada a cabeça, e o corpo dividido em quatro quartos; e de como assim passou a verdade lavrei a presente certidão, e dou minha fé, Rio de Janeiro, vinte e um de abril de mil setecentos e noventa e dois
Segundo o professor Nireu Oliveira Cavalcanti, da Universidade Federal Fluminense, ao contrário do que muitos pensam, Tiradentes não foi enforcado na atual praça Tiradentes, nem tampouco no local da atual escola Tiradentes, mas sim no subúrbio do Campo de São Domingo.
A advogada criminalista e coordenadora-adjunta do Departamento de Internet do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), Regina Cirino Alves Ferreira, faz uma análise do julgamento de Joaquim José da Silva Xavier na Revista Liberdades, na qual destaca, segundo a introdução do artigo, "a precariedade dos meios investigativos e a consequente utilização de métodos nada seguros para a perquirição; existência de inúmeras modalidades penais, todas mal definidas; admissão de tormentos e indícios como prova; predomínio de penas cruéis e desproporcionais, tendo como modalidade favorita a pena capital". Para acessar o texto completo no site do IBCCRIM, clique aqui.







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Aproveite a Páscoa para conhecer a poesia de Chico Pedrosa, com 'Briga na Procissão'.

17:07 Junior Lopes 1 Comentários

Aqui tem uma imagem da Via Crucis


Briga na Procissão. 

Chico Pedrosa. 




A primeira vez que tive contato com a poesia "Briga na Procissão", foi pela voz do Lirinha, vocalista do grupo Cordel do Fogo Encantado, durante o Cabaret do Filo em... 2002! (Nossa, como faz tempo!) Para quem não conhece, o Cabaret é a parte musical do Festival de Teatro de Londrina - Filo. Aproveite e clique aqui para descobrir o que tem para este ano.
Mas vamos voltar ao Chico Pedrosa...
Depois de conhecer a "Briga na Procissão", toda vez que vejo alguma notícia sobre as procissões de Páscoa, é impossível evitar, acabo visualizando a cena narrada por Chico Pedrosa. É como se eu tivesse presenciado aquela situação fictícia.
Como eu já era fã da cultura nordestina e da literatura de cordel, foi fácil virar fã também desse paraibano e procurei conhecer mais sobre sua obra. Aproveito aqui para compartilhar com meus alunos (e com quem mais se interesse, claro), o texto da Briga na Procissão, dois links do YouTube, um com o Cordel do Fogo Encantado e outro com o próprio Chico Pedrosa, além de outros links sobre o poeta.



Briga na Procissão

-Chico Pedrosa-


No tempo em que as estradas eram poucas no Sertão,
Tangerinos e boiadas cruzavam a região
Entre a volante e o cangaço.
Quando a lei era do braço do jagunço "pau-mandado",
Do Coronel invasor, dava-se, no Interior, esse caso inusitado.


Quando Palmeira das Antas,
Pertencia ao capitão “Justino Bento da Cruz”.
Nunca faltou diversão,
Vaquejada, cantoria, procissão e romaria.
Sexta-feira da paixão.

Na quinta-feira maior, no salão paroquial
Dona Maria das Dores reunia os moradores
Logo após uma pré-seleção ao lado do capitão.
Escalava-se a seleção de atrizes e atores.

O papel de cada um o capitão escolhia.
A roupa e a maquiagem eram com dona Maria.
O resto era discutido, aprovado e resolvido
Na sala da sacristia.

Todo ano tinha um Jesus, um Caifaz e um Pilatus.
Só não mudavam a cruz, o verdugo e os maus tratos.
O Jesus daquele ano, foi o Quincas beija-flor
Caifaz foi o Cipriano, Pilatus foi o Nicanor.

Duas cordas paralelas, separavam
A multidão, para que pudessem entre elas
Caminhar a procissão.
Cristo conduzindo a cruz, foi não foi advertia
Ao centurião perverso que com força lhe batia.
Era pra bater maneiro mas ele não entendia,
Devido ao grande pifão que bebeu naquele dia
Do vinho que o capelão guardava na sacristia.

Cristo dizia: - ô rapaz, vê se bate devagar,
Já to todo encalombado assim não vou agüentar.
Ta com a gota pra doer, ô tu para de bater,
Ô a gente vai brigar, jogo já essa cruz fora,
To ficando revoltado, vou morrer antes da hora
De ficar crucificado.

O pior era que o malvado fingia que não ouvia,
Além de bater com força ainda se divertia,
Espiava pra Jesus, fazia pouco e dizia:
-Que cristo frouxo é você que chora na procissão?
Jesus pelo que se sabe num era mole assim não!
Eu to batendo com pena, tu vai ver o que é bom
Na subida da ladeira da venda de Finelon,
O couro vai ser dobrado, daqui até o mercado
A cuíca muda o som!

Naquele momento, ouviu-se um grito da multidão.
Era Quincas que com raiva sacudiu a cruz no chão,
E partiu feito maluco pra cima de Bastião.
Se travaram no tabefe ponta pé e cabeçada...
Madalena levou queda, Pilatus levou pancada,
Deram um bufete em caifaz que até hoje não faz
Nem sente gosto de nada.

Desmancharam a procissão, o cacete foi pesado,
São Tomé levou um tranco que ficou desacordado,
Acertaram um cocorote na careca de Timote
Que até hoje é aluado.

Até mesmo São José, que não é de confusão,
Na ânsia de defender o filho de criação,
Aproveitou a garapa pra dar um monte de tapa
Na cara do bom ladrão.

A briga só terminou quando o doutor delegado,
Interviu e separou cada santo pro seu lado.
Desde que o mundo se fez, essa foi a primeira vez
Que cristo foi pro xadrez mas não foi crucificado.


Briga na Procissão, com Chico Pedrosa



Briga na Procissão, com Lirinha (Cordel do Fogo Encantado)



Outros links sobre Chico Pedrosa (clique sobre os links para acessá-los):





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Prova de História - 7º ano D - 1º bimestre - com gabarito

17:00 Junior Lopes 0 Comentários

Feudalismo

Prova de História

7º ano D - 1º bimestre


Colégio Olavo Bilac


Clique aqui para fazer o download da prova.
Quer armazenar seus arquivos 'nas nuvens', no Dropbox? Basta clicar aqui.

Quer outras provas de História? Utilize o menu no início desta página ou clique aqui.


Gabarito:

Exercício 1:


Exercício 2:
Alternativa C

Exercício 3:
Como vimos em nossas aulas, o feudalismo é um conjunto de práticas econômicas, sociais e, políticas adotado na Europa Ocidental, principalmente entre os séculos V e XV. Seu surgimento está relacionado à crise do Império Romano e às invasões bárbaras. A base era a agricultura, a ruralização e a relação entre as classes sociais.

Exercício 4:
Alternativa C

Exercício 5:
Preencher as legendas nesta ordem:
Oriente Próximo
Extremo Oriente

Exercício 6:
Guerreava: Nobres
Trabalhava: servos
Orava: Clero

Exercício 7a:
Espera-se que o aluno demonstre que entendeu que não havia mobilidade social no período do feudalismo.

Exercício 7b:
Resposta pessoal do aluno.

Exercício 8:
Alternativa A

Exercício 9:
Espera-se que o aluno cite três das práticas abaixo (clique na imagem para ampliá-la):
Aqui tem uma imagem com práticas de prevenção à dengue

Exercício 10:
(V)
(V)
(V)
(F)
(F)



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