A Revolução Francesa em Game

23:50 Junior Lopes 0 Comentários

Revolução Francesa | www.professorjunioronline.com

Revolução Francesa

Jogo educativo permite compreender mais sobre a Revolução Francesa



Permitir que o jogador, adentre no universo francês do século XVIII, principalmente a Revolução Francesa, e aprenda sobre o assunto de forma lúdica e prazerosa. Este é o objetivo principal do jogo Tríade.

0 comentários:

Obrigado pelo seu comentário, ele estará visível assim que for aprovado.

Comentários anônimos podem ser publicados, porém não serão respondidos. Então, se quiser uma resposta, identifique-se. Ok?

Mais uma coisa, dependendo da correria do dia a dia, pode ser que eu demore um pouquinho para responder, mas pode ficar tranquilo que, cedo ou tarde, responderei.

Um abraço do professor Júnior!

Prova de História - 7º Ano - 1º Bimestre/2015

17:30 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 7º ano

Prova de História com gabarito

7º Ano


Colégio Olavo Bilac


Você pode fazer download da sua prova clicando aqui.



Quer outras provas de História?
Utilize o menu no início desta página, os botões ao lado ou clique aqui.

Exercício 1
Resposta pessoal. O aluno deve criar um pequeno texto com as palavras propostas para definir o feudalismo. Por exemplo: O feudalismo foi uma organização política, econômica e social que ocorreu na Europa Ocidental durante a Idade Média. Tinha como uma de suas características o poder descentralizado das mãos do rei e o fortalecimento do poder dos nobres. As relações de suserania e vassalagem do período estabeleciam relações de poder entre suseranos e vassalos (rei-nobres / nobres-servos), com base na proteção e na servidão. A base econômica era a agricultura, o comércio era quase inexistente e os tributos cobrados pelos suseranos eram inúmeros.

Exercício 2
Alternativa C

Exercício 2a
Cada classe social tinha um papel específico. O Clero orava e era formado por membros da igreja que se dividiam em alto e baixo clero. A nobreza lutava e era formada por nobres que geralmente eram responsáveis por feudos. Os servos trabalhavam, eram principalmente camponeses que trabalhavam nas terras do senhor.

Exercício 2b
Significa que a sociedade medieval praticamente não tinha mobilidade social.

Exercício 3
Alternativa C

Exercício 4
(F)
(V)
(V)
(F)
(F)
(V)
(F)

Exercício 5
Alternativa C

Exercício 6
Alternativa A

Exercício 7
Alternativa E

Exercício 2
Alternativa C












0 comentários:

Obrigado pelo seu comentário, ele estará visível assim que for aprovado.

Comentários anônimos podem ser publicados, porém não serão respondidos. Então, se quiser uma resposta, identifique-se. Ok?

Mais uma coisa, dependendo da correria do dia a dia, pode ser que eu demore um pouquinho para responder, mas pode ficar tranquilo que, cedo ou tarde, responderei.

Um abraço do professor Júnior!

Cadeira de Inquisição - Réplica de Instrumento de Tortura

21:28 Junior Lopes 9 Comentários

Cadeira de Inquisição - Instrumentos de tortura medievais - www.professorjunioronline.com

Instrumento de Tortura Medieval

Cadeira de Inquisição


A Idade Média, o feudalismo e as perseguições do Santo Ofício da Inquisição aos hereges sempre chamam bastante a atenção dos alunos.


Para trabalhar o tema em 2015, aproveitei a turma mais que especial do 7º ano/Colégio Construindo o Saber para fazer algo que há muito tempo eu tinha vontade, mas me faltava coragem. Desta vez, aproveitei esses meus alunos que enfrentam qualquer desafio e resolvi convidá-los para montarmos um instrumento de tortura medieval.
Primeiramente tivemos um embasamento teórico. Já havíamos iniciado a Idade Média e passamos então a estudar o poder da Igreja durante esse período. Conhecemos o Santo Ofício da Inquisição e suas práticas de perseguição aos hereges. Vimos alguns instrumentos utilizados pelos inquisidores e escolhemos justamente a "Cadeira da Inquisição".

Cadeira da Inquisição
Você vai precisar de:
- Papelão
- Cola
- Cabo de vassoura
- Sulfite
- Fita adesiva larga
- Tinta spray

Não foi fácil! Primeiramente a base da cadeira foi toda de papelão. Procuramos por embalagens de geladeiras ou televisões mas não encontramos e por isso utilizamos caixas que pedimos em supermercados, que não eram tão espessas, isso foi um dificultador, pois a cadeira não ficou muito firme.
Depois desenhamos os moldes iniciais no papelão, utilizando os desenhos abaixo.
Cadeira de inquisição - Molde

Os outros moldes (lateral e suporte dos pés) fizemos sem molde algum, apenas observando a foto original.
Para fazer as partes pontiagudas da cadeira, utilizamos o molde abaixo, impresso em sulfite:

Molde para as partes pontiagudas

As pontas da cadeira foram feitas recortando-se os círculos em três partes e fazendo pequenos cones... foram mais de 2500 cones (repetindo: dois mil e quinhentos cones). Os alunos não querem ouvir falar em cones tão cedo. Esses cones foram colados um a um na cadeira.

O cabo de vassoura foi utilizado para fixar o suporte dos pés.

Para pintar a cadeira tentamos utilizar tinta guache dissolvida em um pouco de água e espirramos com um desses sprays de limpeza. Porém... não deu muito certo, os cones começaram a se soltar. A solução foi comprar tinta spray. Aí sim, deu certo.

O resultado pode ser conferido nas fotos abaixo.
Se você quiser fazer a sua cadeira, comente esta postagem para tirar qualquer tipo de dúvida. Confira nas postagens também  o que os alunos acharam do trabalho e quais foram suas principais dificuldades.







Trabalho de História

9 comentários:

Obrigado pelo seu comentário, ele estará visível assim que for aprovado.

Comentários anônimos podem ser publicados, porém não serão respondidos. Então, se quiser uma resposta, identifique-se. Ok?

Mais uma coisa, dependendo da correria do dia a dia, pode ser que eu demore um pouquinho para responder, mas pode ficar tranquilo que, cedo ou tarde, responderei.

Um abraço do professor Júnior!

Prova de História - 9º ano - 1º bimestre/2015

23:52 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 9º ano - 1º bimestre - 2015

Prova de História

9º ano - 1º Bimestre/2015


Colégio Construindo o Saber


Clique aqui para baixar a prova.

Quer outras provas de História?
Utilize o menu no início desta página, os botões ao lado ou clique aqui.
.

.

Esta prova foi elaborada com base no livro "A Revolução dos Bichos", de George Orwell. Para baixar o livro gratuitamente, clique aqui.

Exercício 1:
(F)
(F)
(F)
(F)
(F)
(V)
(V)
(F)
(F)
(V)

Exercício 2:
O aluno deve fazer referência ao regime absolutista adotado na Rússia pré-revolucionária, marcado pelo governo absoluto do czar, com pouquíssima participação do parlamento, economia frágil, baixa industrialização e pouco desenvolvimento quando comparado a outras nações como a Inglaterra, além das precárias situações sociais que assolava o povo. O czarismo pode ser comparado à maneira que o senhor Jones conduzia a Granja do Solar, maltratando e explorando os bichos.

Exercício 3:
***As respostas aqui são comentários sobre os personagens. Obviamente a resposta dos alunos será mais resumida.***

Velho Major/Lênin
Lênin (…) propõe uma estratégia política para a constituição de uma força social revolucionária. Ele procura as formas para uma organização capaz de enfrentar o Estado capitalista, de unificar as diferentes expressões das classes dominadas, de formular reivindicações. Tem por objetivo central a formação de uma organização capaz de transformar as energias dispersas dos trabalhadores em poder alternativo. Lênin (…) propõe aos seus compatriotas uma democracia social e política que deveria ser precedida por um governo de operários (a diretoria do proletariado). 
Major questiona se (…) a terra em que viviam era tão pobre que não oferecia ela condições de vida decente para os que nela moravam. Major explicou aos outros animais que o solo da Inglaterra era fértil, que o clima era bom e que por causa disso poderia ser produzido alimentos para um número de animais maior do que o existente. Só a Granja Solar, dizia ele, comportaria uma dúzia de cavalos, vinte vacas e centenas de ovelhas vivendo todos com conforto e dignidade imagináveis. Por que então permaneciam naquela miséria? Então Major fala que o produto dos esforços dos animais é roubado pelos seres humanos, e resume em uma palavra todos os problemas por eles vividos: Homem. O Homem é o verdadeiro e único inimigo, e uma vez retirado o Homem de cena, desaparecerá para sempre a principal causa da fome e da sobrecarga de trabalho dos animais.
(…) A libertação na Rússia veio através de Lênin, e suas palavras expressam bem como o mundo deveria ser e o que seria feito daquele dia em diante. Seguindo o mesmo raciocínio, Major fala da vida sem a presença dos humanos, de como seria trabalhar para eles mesmos e como seria bom viver sem serem explorados. Todas as idéias estavam acesas, restava somente a tomada do poder, a Revolução.

Bola-de-Neve/Trótsky
O debate entre Bola de Neve e Napoleão sobre as decisões de exploração ilustra as visões opostas de Stalin e Trotsky sobre o caminho a seguir. Trotsky foi a favor da idéia de uma revolução permanente, influenciando os países vizinhos a fazerem o mesmo, enquanto Stalin era insistente em desenvolver o poderio militar. Algumas das referências históricas mais significativas nesta obra incluem a alteração para os princípios do Animalismo. 
(...)Bola-de-Neve, que era um dos líderes na Revolução de Outono, pode ser comparado a Trotski, pois seguia a risca os ensinamentos de Marx. 

Napoleão/Stálin
Napoleão é uma representação de Stalin: não seguia os ideais socialistas, sua ambição pelo poder lhe fez corrupto, usou a KGB/cães, além de permitir a volta da igreja ortodoxa/Moisés, para manter o povo sob controle. 
Napoleão, assim como Stalin, usou do culto a personalidade para se afirmar no poder. Por não ser bom orador, usou da figura de Garganta para convencer os animais que Napoleão era um líder bondoso e corajoso. Sem ética alguma, Garganta manipulou os mandamentos do Animalismo para beneficiar Napoleão, se aproveitando que grande parte dos bichos era analfabeta. Garganta representa o departamento de propaganda de Stalin que durante o governo, usou de mentiras para manter a imagem de líder.

Exercício 4:
Alternativa C

Exercício 5:
Resposta pessoal

Exercício 6:
(4)
(1)
(2)
(3)
(5)

Esta prova foi elaborada com base no livro "A Revolução dos Bichos", de George Orwell. 








0 comentários:

Obrigado pelo seu comentário, ele estará visível assim que for aprovado.

Comentários anônimos podem ser publicados, porém não serão respondidos. Então, se quiser uma resposta, identifique-se. Ok?

Mais uma coisa, dependendo da correria do dia a dia, pode ser que eu demore um pouquinho para responder, mas pode ficar tranquilo que, cedo ou tarde, responderei.

Um abraço do professor Júnior!

Livro para download grátis: A Revolução dos Bichos, de George Orwell

22:25 Junior Lopes 0 Comentários

A Revolução dos Bichos - George Orwell

A Revolução dos Bichos

George Orwell

Livro completo para download grátis



Dificilmente você estudou a Revolução Russa sem ao menos escutar falar sobre o livro "A Revolução dos Bichos".


Esta obra de George Orwell faz uma alusão ao fim do czarismo e à Revolução Russa, com menção a personagens fictícios que remetem a figuras reais. De fácil leitura, o livro cativa os alunos e fica fácil fazer um trabalho bastante agradável em sala de aula.
Para este ano (9º ano/2015) os alunos fizeram uma leitura em menos de uma semana e finalizamos com debates e um cartaz gigante demonstrando as diversas comparações entre ficção e realidade que encontramos durante nossos estudos.

Se você quer utilizar o livro em suas aulas, pode fazer o download clicando aqui.

Para acessar e baixar a prova que os alunos fizeram com base neste conteúdo, clique aqui.

Confira abaixo alguns trechos do livro:
Então, camaradas, qual é a natureza da nossa vida? Enfrentemos a realidade: nossa vida é miserável, trabalhosa e curta. Nascemos, recebemos o mínimo de alimento necessário para continuar respirando e os que podem trabalhar são forçados a fazê-lo até a última parcela de suas forças; no instante em que nossa utilidade acaba, trucidam-nos com hedionda crueldade. Nenhum animal, na Inglaterra, sabe o que é felicidade ou lazer, após completar um ano de vida. Nenhum animal, na Inglaterra, é livre. A vida de um animal é feita de miséria e escravidão: essa é a verdade nua e crua.
(...)
Junho chegou, e o feno estava quase pronto para o corte. No dia 23 de junho, um sábado, Jones foi a Willingdon e bebeu tanto no Leão Vermelho, que só regressou ao meio-dia de domingo. Os homens ordenharam as vacas de manhã cedo e saíram para caçar lebres, sem se preocuparem com a alimentação dos animais. Ao voltar, Jones foi dormir no sofá da sala com o News of the World sobre o rosto; portanto, ao cair da tarde, os animais ainda não haviam comido. Aquilo foi insuportável. Uma das vacas rebentou a chifradas a porta do depósito e os bichos avançaram sobre o alimento. Nesse momento Jones acordou. Num instante, ele e seus homens estavam no depósito com os chicotes na mão, batendo a torto e a direito. Isso ultrapassou a tudo quanto os animais famintos podiam suportar. De comum acordo, muito embora nada tivesse sido anteriormente planejado, lançaram-se sobre seus verdugos. Jones e os homens viram-se de repente marrados e escoiceados por todos os lados. A situação lhes fugira ao controle. Jamais haviam visto os animais portarem-se daquela maneira, e a súbita revolta de criaturas a quem estavam acostumados a surrar e maltratar à vontade, apavorou-os. Em poucos instantes desistiram de defender-se e deram o fora. Um minuto depois, os cinco voavam pela trilha rumo à estrada principal, com os bichos a persegui-los triunfantes.
(...)
Durante o ano inteiro os bichos trabalharam feito escravos. Mas trabalhavam felizes; não mediam esforços ou sacrifícios, cientes de que tudo quanto fizessem reverteria em benefício deles próprios e dos de sua espécie, que estavam por vir, e não em proveito de um bando de preguiçosos e aproveitadores seres humanos. Por toda a primavera e o verão, enfrentaram uma semana de sessenta horas de trabalho e, em agosto, Napoleão fez saber que haveria trabalho também nos domingos à tarde. Esse trabalho era estritamente voluntário, porém, o bicho que não aceitasse teria sua ração diminuída pela metade. Mesmo assim, ficou alguma coisa por fazer. A colheita foi pouco menor do que a do ano anterior, e duas lavouras que deveriam receber mandioca no início do verão não foram plantadas por não ter sido possível ará-las a tempo. Era fácil prever que o inverno seria bastante duro.
(...)
Doze vozes gritavam cheias de ódio e eram todas iguais. Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era porco.



Para acessar e baixar a prova que os alunos fizeram com base neste conteúdo, clique aqui.








0 comentários:

Obrigado pelo seu comentário, ele estará visível assim que for aprovado.

Comentários anônimos podem ser publicados, porém não serão respondidos. Então, se quiser uma resposta, identifique-se. Ok?

Mais uma coisa, dependendo da correria do dia a dia, pode ser que eu demore um pouquinho para responder, mas pode ficar tranquilo que, cedo ou tarde, responderei.

Um abraço do professor Júnior!

Prova de História - 6º ano - 1º bimestre/2015

08:55 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 6º ano - 1º bimestre-2015

Prova de História 

6º ano - 1º Bimestre/2015


0 comentários:

Obrigado pelo seu comentário, ele estará visível assim que for aprovado.

Comentários anônimos podem ser publicados, porém não serão respondidos. Então, se quiser uma resposta, identifique-se. Ok?

Mais uma coisa, dependendo da correria do dia a dia, pode ser que eu demore um pouquinho para responder, mas pode ficar tranquilo que, cedo ou tarde, responderei.

Um abraço do professor Júnior!