Dois vídeos sobre a Independência do Brasil

23:33 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem a foto de um bandeira do Brasil feita pelos alunos

192 anos da Independência do Brasil

Uma biografia de D. Pedro I, uma visão sobre o Grito do Ipiranga e alguns links ligados ao assunto


Com a proximidade do 7 de setembro as buscas pelo tema "Independência do Brasil" aumentam...



Neste ano de 2014 comemoramos 192 anos da emancipação política do Brasil em relação à sua metrópole, Portugal. Fato marcante na nossa história, é também um dos mais lembrados pelos alunos.
Esta postagem traz dois vídeos e uma sequência de links aqui do próprio blog, relacionados ao assunto. Confira todos eles amplie seus conhecimentos sobre nossa própria história.


Um dos principais personagens da emancipação política brasileira, D. Pedro I nos é apresentado neste vídeo de forma bem didática, destacando os principais eventos de nossa história relacionados que são ligados a este que foi o primeiro imperador do Brasil.


Para quem tem o quadro "Independência ou Morte", pintado por Pedro Américo, como a 'cena' da Independência, esse próximo vídeo mostra uma visão diferente.


Clique nos trechos destacados abaixo para acessar as postagens relacionadas.

191 anos da Independência: Quatro relatos sobre a Independência. Dois quadros, o de Pedro Américo e o de François-René Moureaux, além dos relatos de duas testemunhas oculares dos acontecimentos do dia 7 de setembro de 1822, do Padre Belchior e do Sr. Manoel Marcondes.

Diversão e Informação: Relação de 14 links com atividades lúdicas diversas, todas relacionadas à Independência do Brasil.

Os Símbolos Nacionais: Conheça quais são os Símbolos Nacionais, com opções de downloads para todos eles.

Sugestões de trabalhos sobre a Independência: Sugestões e trabalhos realizados, tendo como base o tema da Independência do Brasil.












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Um abraço do professor Júnior!

Enem 2014

19:13 Junior Lopes 2 Comentários

Enem 2014

Enem 2014

Informações e sugestões de simulados



Neste ano de 2014 as provas do Enem serão aplicadas nos dias 08 e 09 de novembro. Você já está preparado?



A esta altura do campeonato, se você está próximo de terminar o Ensino Médio e ainda não está preparado, acredito que seja um pouco tarde, afinal essa preparação deveria ter começado há alguns anos. Mesmo assim, preparado ou não, temos pouco mais de dois meses para fortalecer ainda mais os estudos, tirar algumas dúvidas e resolver muitos, muitos exercícios.
  • Se você ainda tem dúvidas sobre o Enem, clique aqui para acessar a página de Dúvidas Frequentes do Inep.
  • O jornal Folha de S. Paulo, em parceria com a empresa de tecnologia educacional Adaptativa, fará um simulado on-line entre os dias 8 e 14 de setembro. O simulado terá o mesmo número de questões que o Enem, ou seja, 180, todas inéditas, distribuídas pelas quatros áreas do Enem. O simulado é gratuito, precisando apenas fazer uma inscrição prévia entre os dias 25 de agosto e 14 de setembro. Para fazer sua inscrição, clique aqui.
  • Se você é aluno (ou professor) da rede pública de ensino, também pode participar do Geekie Games, plataforma que, segundo seus desenvolvedores, cria um sistema personalizado para cada aluno, identificando, por meio da tecnologia, o que você sabe ou não sabe, sugerindo então um plano de estudos personalizado.Tudo gratuito, bastando também uma inscrição rápida. Clique aqui para participar do Geekie Games.
  • O Guia do Estudante Abril também tem seu próprio simulado. Você pode clicar aqui para se inscrever e participar sem pagar nada.
  • Já o simulado do IG oferece nove pacotes com 20 questões cada um. Você escolhe qual quer fazer o sistema faz um cálculo de quanto tempo você levaria para concluir o Enem. Clique aqui para fazer seu simulado.
  • No simulado do Brasil Escola, você escolhe quantas questões (de 1 a 10) quer incluir na sua simulação, clica para gerar sua prova e começa a quebrar a cabeça.
Bom, não é por falta de opções que você deixará de se preparar ainda mais para o Enem.


Estudem bastante!


Abraços!







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Prova de História - 3º Ano - Ensino Médio - 3º bimestre - 2014

17:32 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 3º ano - 3º bimestre - 2014

Prova de História. 

3º ano - 3º bimestre. 


Prova para download e gabarito. 

Como combinado, as provas de História do Ensino Médio para o 3º bimestre foram todas objetivas.
Todas as questões foram extraídas de vestibulares ou do Enem, sendo que algumas delas apresentam pequenas alterações em relação às originais sem, no entanto, alterar o sentido da questão.
Além disso, cada turma teve três provas, todas com as mesmas questões, porém com gabaritos diferentes.
Confira os gabaritos logo abaixo e aproveite para fazer o download das provas.

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Clique aqui para fazer o download da prova - Gabarito amarelo.
Gabarito Amarelo - Prova de História - 3º ano


Clique aqui para fazer o download da prova - Gabarito azul.
Gabarito Azul - Prova de História - 3º ano


Clique aqui para fazer o download da prova - Gabarito vermelho.
Gabarito Vermelho - Prova de História - 3º ano

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Prova de História - 2º Ano - Ensino Médio - 3º bimestre - 2014

17:14 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 2º ano - 3º bimestre - 2014

Prova de História. 

2º ano - 3º bimestre. 


Prova para download e gabarito. 

Como combinado, as provas de História do Ensino Médio para o 3º bimestre foram todas objetivas.
Todas as questões foram extraídas de vestibulares ou do Enem, sendo que algumas delas apresentam pequenas alterações em relação às originais sem, no entanto, alterar o sentido da questão.
Além disso, cada turma teve três provas, todas com as mesmas questões, porém com gabaritos diferentes.
Confira os gabaritos logo abaixo e aproveite para fazer o download das provas.

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Gabarito Amarelo - Prova de História - 2º ano


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Gabarito Azul - Prova de História - 2º ano


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Gabarito Vermelho - Prova de História - 2º ano

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Prova de História - 1º Ano - Ensino Médio - 3º bimestre - 2014

16:59 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 1º ano - 3º bimestre - 2014

Prova de História. 

1º ano - 3º bimestre. 


Prova para download e gabarito. 

Como combinado, as provas de História do Ensino Médio para o 3º bimestre foram todas objetivas.
Todas as questões foram extraídas de vestibulares ou do Enem, sendo que algumas delas apresentam pequenas alterações em relação às originais sem, no entanto, alterar o sentido da questão.
Além disso, cada turma teve três provas, todas com as mesmas questões, porém com gabaritos diferentes.
Confira os gabaritos logo abaixo e aproveite para fazer o download das provas.

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Clique aqui para fazer o download da prova - Gabarito amarelo.
Gabarito Amarelo - Prova de História - 1º ano


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Gabarito Azul - Prova de História - 1º ano


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Gabarito Vermelha - Prova de História - 1º ano

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Aula do CCS na Câmara dos Vereadores de Sertanópolis

00:35 Junior Lopes 15 Comentários

Aqui tem uma foto dos alunos do CCS na Câmara de Sertanópolis

Visita à Câmara dos Vereadores de Sertanópolis

Segunda parte




Após a primeira visita dos alunos do 9º ano do Colégio Construindo o Saber à Câmara dos Vereadores de Sertanópolis/PR, quando a turma teve a chance de assistir, pela primeira vez, uma sessão do Legislativo, nossas atividades não pararam.



Na aula seguinte à visita do dia 11/08/2014, nós tivemos um debate em sala sobre a sessão que assistimos. Conversamos sobre a postura dos vereadores, o debate democrático que presenciamos, os assuntos tratados e muitos outros detalhes. 
:::::Não deixe de conferir as fotos da sessão ao final desta postagem:::::
Claro que, a partir daí, surgiram dúvidas... muitas dúvidas! Como os vereadores se propuseram a nos receber na próxima sessão, lá fomos nós e, uma hora antes do início, aproveitamos e levamos nossas dúvidas. Tanto os vereadores, quanto o Secretário Executivo, Dr. Aldivíno, foram muito solícitos, mas infelizmente não foi possível esclarecer todas as dúvidas, devido à falta de tempo, porém os vereadores nos deixaram à vontade para esclarecê-las em qualquer outro dia. 
Mesmo assim, temos aqui algumas das principais perguntas que foram feitas aos vereadores e as respectivas respostas.

  • Na sessão que assistimos na semana passada, para uns vereadores foi dado mais tempo no cronômetro do que para outros. Por que isso acontece?
    • O tempo é igual para todos. O que pode variar é o tipo de fala que o vereador terá, que pode variar entre cinco e sete minutos.
  • Quais são os requisitos para se tornar um vereador ? 
    • Ser eleitor, ser vinculado a algum partido político e ser uma pessoa idônea.
  • O prefeito não participa das sessões da Câmara?
    • Não. Somente se ele for convocado, porque a reunião é do Legislativo e não do Executivo. Ele também pode assistir a sessão como expectador.
  • O vereador tem forte influencia na administração do prefeito?
    • Os vereadores acompanham a administração do prefeito, mas pode ocorrer de o vereador ser também de algum partido aliado ao prefeito e aí ele ter uma influência maior.
  • Como é escolhido o presidente da Câmara?
    • Por meio de uma votação entre os vereadores e o mais votado entre eles é eleito.
  • Qual o salário de um vereador?
    • Hoje, no nosso município, um vereador ganha R$ 3.700,00, mas esse valor depende da arrecadação de cada município. Mesmo assim, também há um teto para o salário do vereador.
  • O presidente tem o salário maior que os dos outros vereadores?
    • Sim. O salário do presidente é um pouco maior que o dos outros vereadores porque ele também tem maiores responsabilidades.
  • Quais são os benefícios públicos que um vereador tem?
    • Na verdade não pode haver benefícios. Quando um vereador assume o cargo, a lei proíbe.
  • O que o público não pode fazer durante uma sessão?
    • Não pode interferir na sessão, pode somente ouvir. Não pode interromper a fala dos vereadores. Manifestações são totalmente proibidas. Quando acontece de algum membro do público interferir, o presidente da Câmara pode chamar a polícia e, quando a manifestação for muito grande, pode encerrar a sessão e marcar para outro dia com o mesmo assunto.
  • Nós estávamos pesquisando sobre as funções de um vereador e ficamos em dúvida sobre o que é uma Lei Orgânica. 
    • Lei orgânica é como se fosse a Constituição do município, referente a qualquer coisa que será feito na cidade. :::::Clique aqui para acessar a Lei Orgânica de Sertanópolis:::::
  • Quantas aprovações são precisas para fazer uma lei valer?
    • Precisa da maioria simples, ou seja, mais da metade. No caso de Sertanópolis, são necessários quatro votos para aprovação. No nosso município uma lei pode ser aprovada em apenas uma sessão, mas isso depende da Lei Orgânica de cada município.
  • Vereador Reinaldo, por que o senhor fez ao prefeito uma solicitação dos gastos que ocorreram na festa do aniversário da cidade? 
    • O vereador Reinaldo disse que fez o pedido porque a população tem o direito de saber exatamente quanto foi gasto do dinheiro público.
  • Se um vereador é contrário ao prefeito ele tem quer ser contrário a todas as propostas feitas por ele?
    • Não necessariamente. Ele pode ser contrário a algumas propostas como também pode ser a favor.
  • Se acontecer algum vereador faltar à sessão, o que acontece?
    • No caso de falta de algum vereador, ele precisa apresentar justificativa, caso contrário haverá desconto no salário. Para que seja aberta uma sessão, é preciso haver 1/3 dos vereadores, ou seja, três vereadores.
  • Se o Estado é laico, por que é feita a oração do Pai Nosso no início das sessões?
    • Mesmo o Estado sendo laico, orar no começo da reunião é uma tradição na nossa Câmara, que se cumpre há muito tempo. Essa situação será discutida nos próximos debates sobre a Lei Orgânica do Município.
Estes são os vereadores da 16º Legislatura do município:
  • Antônio Roberto Marques de Souza
  • Antônio Tadeu Rafaeli (1º Secretário)
  • Jair Dartora (Vice-Presidente)
  • José Rogério dos Santos (Presidente)
  • Jurandir Spolador
  • Malcir Caldeira
  • Reinaldo Donizetti de Melo
  • Roberto Alcino Reis
  • Soraya Aparecida Santa Rosa Bauermamm Estevam
O Secretário Executivo da Câmara, Dr. Aldivíno das Graças Silva, também auxiliou nas respostas.

Este é o site da Câmara dos Vereadores de Sertanópolis/PR: camarasertanopolis.pr.gov.br

Neste link você pode acessar a Lei Orgânica do Município de Sertanópolis: goo.gl/gX5w9Y


Estes são os alunos que participaram do Projeto:
Agatha Romanin Bortholazzi
Ana Júlia Alencar Coleto
Antonio Carlos Polônio
Arthur César Biasi Bortholazzi
Beatriz Ferraz Osti
Davi Aparecido de Paula Dias Filho
Emíliana Romeiro Marcos da Silva
Gabriela Fernandes Moraes
Giovanna de Castro Sette
Henrique Morilha Gorini da Silva
Hugo Felipe Ortiz dos Santos
Isabelle Morais da Costa
Jamille T. G. Rodrigues
Jessica Araujo Costa dos Reis
João Vitor Monteiro dos Santos
José Mário Terassi
Júlia Ribeiro Arantes
Ludmila Fernanda Pagnan Malvezi
Maria Eduarda Nunes
Mariana Fernandes Esteves
Matheus Pelaquim Silva
Pedro Henrique Costa Favarão
Pedro Henrique de Oliveira Menegueti
Rafaela Neves Pissoloto

Roberto E. B. Ferreira 

Além, é claro, do professor Júnior.











Trabalho de História
Trabalho de Geografia

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Alunos do CCS na Câmara dos Vereadores

21:35 Junior Lopes 5 Comentários

Câmara dos Vereadores de Sertanópolis

Projeto para o 3º bimestre

tem como etapa visita à Câmara dos Vereadores



Estamos em ano de Copa do Mundo Eleições para os cargos de Presidente da República (e vice-presidente), Governador (e vice-governador) de estado e do Distrito Federal, Senador e suplentes, Deputado Federal e Deputado Estadual ou Distrital. Ótima oportunidade para trabalhar com os alunos questões ligadas à política e ao exercício da cidadania.



Para a Semana de História no Colégio Construindo o Saber, os alunos do 9º ano desenvolverão uma atividade ligada ao Legislativo municipal. No dia 11 de agosto, para dar início ao Projeto, os alunos assistiram a uma sessão da Câmara Municipal. A partir desse primeiro contato, desenvolveremos o restante das atividades nos próximos dias. Quando terminarmos o projeto, os resultados serão disponibilizados aqui no blog.

Câmara dos Vereadores de Sertanópolis







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Celular na escola: pode ou não pode?

22:54 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma imagem que é cortesia de FreeDigitalPhotos.net by cooldesign

Celulares proibidos por lei estadual,

bem como quaisquer outros equipamentos eletrônicos


Agora é lei...

Desde sua publicação no Diário Oficial do dia 25 de junho de 2014, a lei 18.118 proíbe aparelhos eletrônicos em estabelecimentos de educação de ensino fundamental e médio no estado do Paraná.



A lei proíbe, a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da União, "o uso de qualquer tipo de aparelhos/equipamentos eletrônicos durante o horário de aulas nos estabelecimentos de educação de ensino fundamental e médio no Estado do Paraná".
Ou seja, já está em vigor a lei que proíbe os equipamentos eletrônicos, entre eles tablets, celulares e smartphones em qualquer estabelecimento de ensino (Fundamental e Médio), seja ele público ou particular. Ainda segundo a lei, o uso de tais aparelhos só será permitido para fins pedagógicos, sob orientação e supervisão de um profissional de ensino.
Confira abaixo fac-símile da publicação no Diário Oficial ou clique aqui para fazer download da edição do dia 25 de junho de 2014.

Fac-símile da publicação da lei 18.118 no DOU do dia 25.06.2014






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Prova de Geografia - 6º ano - 3º Bimestre - 2014 - com gabarito.

11:45 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de Geografia - 6º ano - 3º Bimestre - 2014

Prova de Geografia. 

6º ano - 3º bimestre. 


Prova para download e gabarito. 

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Prova de Geografia - 8º ano - 3º Bimestre - 2014 - com gabarito.

10:45 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de Geografia do 8º ano - 3º bimestre 2014

Prova de Geografia. 

8º ano - 3º bimestre. 


Prova para download e gabarito. 


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Gabarito:

Exercício 1:
Clique na imagem para ampliá-la


Exercício 2:
O aluno deve destacar os desentendimentos entre franceses e ingleses que ocorre desde o período da colonização (época inclusive, que ocorreu a Guerra dos Sete Anos), quando houve uma verdadeira divisão territorial entre Quebec (franceses católicos) e Ontário (ingleses protestantes). è importante citar também que tais conflitos resultaram em desavenças que, apesar de não serem tão agudas, se estendem até os dias atuais, passando inclusive por períodos em que chegaram até a ocorrer plebiscitos sobre a questão da divisão territorial.

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Exercício 3:
Alternativa B

Exercício 4:
Alternativa C

Exercício 5:
Como visto inúmeras vezes durante nossas aulas, o aluno deve destacar os empecilhos impostos pelos estadunidenses, devido à grande procura de imigrantes pelo país e, em relação ao Canadá, o fato de haver uma pequena população, levando à carência de mão de obra em determinadas áreas, fazendo-os, em determinadas épocas e situações, buscar suprir essa necessidade na mão de obra imigrante.

Exercício 6:
(F)
(V)
(F)
(F)
(V)

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Exercício 7:
Alternativa A

Exercício 8:
O aluno pode citar como fator natural a grande presença de climas áridos, associada ao relevo montanhoso, sobrando assim poucas áreas produtivas. Já na questão social, pode ser citada a alta concentração de terras nas mãos de uma elite, e as péssimas condições de vida dos pequenos agricultores, que resultaram em êxodo rural e em conflitos pela posse de terras no campo.

Exercício 9:
Resposta livre, desde que ligada ao que foi pedido no enunciado. O aluno deve perceber que o tema central é a questão da imigração na fronteira México/Estados Unidos e dar uma explicação pessoal sobre o assunto.

Exercício 10:
(F)
(F)
(V)
(F)
(F)

Exercício 11:
(V)
(F)
(V)
(F)
(V)





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Prova de Geografia - 7º ano - 3º Bimestre - 2014 - com gabarito.

10:00 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de Geografia - 7º ano - 3º Bimestre - 2014

Prova de Geografia. 

7º ano - 3º bimestre. 


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Prova de Geografia - 9º ano - 3º Bimestre - 2014 - com gabarito.

08:55 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de Geografia - 9º ano - 3º bimestre - 2014.

Prova de Geografia. 

9º ano - 3º bimestre. 


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Gabarito:

Exercício 1:
Alternativa C

Exercício 2:
O aluno pode escolher entre os diversos tópicos discutidos em sala sobre a situação social e econômica da Oceania. A resposta a seguir é apenas uma sugestão.
A Oceania é um continente marcado pelos contrastes. Encontramos lá dois países desenvolvidos (Austrália e Nova Zelândia) e outros extremamente pobres. Enquanto nos países desenvolvidos encontramos características como PIB nacional e PIB per capita elevados, níveis considerados baixos nas taxas de analfabetismo, natalidade, mortalidade e mortalidade infantil, alta expectativa de vida. Temos ainda altos padrões de vida, com desemprego praticamente inexistentes, alto desenvolvimento industrial e agricultura desenvolvida.
Já nos países mais pobres, localizados na Melanésia, na Micronésia e na Polinésia, a situação se inverte. Nessas regiões temos grande dependência da produção agrícola.

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Exercício 3:
Alternativa E.

Exercício 4:
(V)
(V)
(V)
(F)
(F)

Exercício 5:
(V)
(F)
(V)
(V)
(V)

Exercício 6a, 6c e 6d:
Clique na imagem para ampliá-la.


Exercício 6b:
Sugestões de respostas:
Balcânica: Grécia
Escandinava: Noruega e Suécia
Itálica: Itália
Ibérica: Portugal e Espanha

Exercício 6e:
Rússia e Turquia.

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Exercício 7:
Alternativa B.

Exercício 8:
Desde que não fuja do enunciado, o aluno fica livre para destacar os aspectos que achar mais convenientes.
A sugestão de resposta abaixo apresenta várias características, das quais o aluno, obviamente, não precisa citar todas:
O continente europeu está situado no hemisfério Norte, com litoral bastante recortado e cercado por diversas ilhas e arquipélagos. Limita-se ao norte com o oceano Glacial Ártico, a oeste com o oceano Atlântico, ao sul com o mar Mediterrâneo e a leste com a Ásia, nas encostas dos montes Urais. Faz parte do bloco denominado Eurásia, sendo considerado um continente principalmente por suas características históricas. Apresenta relevo com altitudes médias, tendo destaque os maciços antigos ao norte, as planícies e as longas cadeias de montanha ao sul. Em relação à hidrografia, os rios dividem-se em atlânticos, centro-orientais e mediterrâneos. A variedade climática do continente é influência da topografia, das latitudes e das massas de ar, tendo predominância os climas temperados. A variedade da vegetação acompanha a variedade climática.

Exercício 9:
Iugoslávia.

Exercício 10 I:
Alternativa E.

Exercício 10 II:
Clima subpolar.

Exercício 11 (que por erro de digitação aparece como 7):
Alternativa E.


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Renascimento: Complemento à aula

01:30 Junior Lopes 2 Comentários

Renascimento

Renascimento

Tópicos para estudo - complemento à aula


Esta postagem apresenta alguns recursos que podem ser úteis às aulas sobre o Renascimento Cultural e Científico Europeu.
Os recursos são:

  • Mapa mental, auxílio na forma de tópicos para estudo;
  • Arquivo Power Point com informações e obras renascentistas;
  • Trechos do filme "O Auto da Compadecida", inspirados na obra de Giovanni Boccaccio, "O Decameron";
  • As novelas do Decameron que inspiraram os trechos selecionados do Auto da Compadecida;
  • Livro Decameron para leitura online e download grátis.
Boa aula!


Mapa mental:
por ProfessorJunior



Apresentação Power Point com informações sobre o Renascimento.
***Visualize os slides em tela cheia e tecle a seta para a direita no seu teclado***
***ou clique o botão esquerdo do mouse para ver todas as imagens de cada slide***


Trechos do filme "O Auto da Compadecida", uma vez que os
mesmos são inspirados em duas novelas do livro
Decamerão, de Giovanni Boccaccio.



***Clique aqui para leitura online e download grátis do livro Decameron***


***Novelas que inspiraram os trechos selecionados do filme***

Quarta novela da sétima jornada 

O rei, percebendo que a história de Elissa chegara ao fim, voltou-se sem demora para Lauretta, dando mostras de que gostaria que ela contasse uma história; e ela, sem tardar, assim começou:
– Ó Amor, quantas e quais são as tuas forças! Quantas ideias e quantas astúcias! Que filósofo, que artista jamais poderia ter ensinado os argumentos, as astúcias, as demonstrações que ensinas de repente a quem segue teus passos? Sem dúvida a doutrina de qualquer outro é lerda em comparação com a tua, como muito bem se pôde compreender das coisas anteriormente narradas. E a elas, amorosas senhoras, acrescentarei uma de que se valeu uma mulher simples, de modo que não sei quem mais poderia ter-lhe ensinado, a não ser o Amor.
Houve em Arezzo outrora um homem rico que se chamava Tofano. Foi-lhe dada por esposa uma belíssima mulher, cujo nome era monna Ghita, de quem ele, sem saber por quê, logo começou a sentir ciúmes. A mulher, quando o percebeu, ficou muito zangada e, embora várias vezes lhe perguntasse a razão de seu ciúme, ele nunca soube indicar-lhe nenhuma, a não ser motivos gerais e infundados, de modo que ocorreu à mulher fazê-lo morrer da própria doença que ele tanto temia sem razão. E, percebendo que era cortejada por um jovem muito distinto, segundo lhe parecia, começou a entender-se discretamente com ele. Quando entre os dois as coisas tinham avançado a tal ponto que só faltava levar a efeito as palavras com obras, a mulher ficou pensando em como encontrar meios também para isso. E, tendo já percebido entre os maus costumes do marido o gosto pela bebida, não só começou a elogiar esse hábito como também a incitá-lo astuciosamente a beber com muita frequência. E acostumou-se tanto a isso que, quase sempre que tinha vontade, fazia-o beber até embriagar-se. Quando o via bem bêbado, punha-o a dormir, e assim se encontrou com o amante pela primeira vez e depois continuou a encontrar-se várias outras em segurança. E tanta confiança tomou na embriaguez do marido que não só chegou ao atrevimento de levar o amante à sua casa como também de passar às vezes grande parte da noite em casa dele, que não era muito distante da sua.
E dessa maneira continuou a agir a mulher apaixonada, até que o marido infeliz começou a perceber que ela, embora o incentivasse a beber, nunca bebia. Por isso, ficou desconfiado de que as coisas seriam o que de fato eram, ou seja, de que a mulher o embriagava para poder fazer o que bem quisesse enquanto ele estivesse dormindo. E, querendo ter uma prova do que acontecia, passou uma vez o dia inteiro sem nada beber e à noite voltou para casa dando mostras, no jeito de falar e nos modos, de que era o homem mais embriagado que podia haver; a mulher, acreditando e achando que ele não precisaria beber mais para dormir bem, levou-o depressa para a cama. Feito isso, saiu de casa, como era às vezes hábito seu, e foi para a casa do amante, onde ficou até meia-noite.
Tofano, quando percebeu que a mulher não estava em casa, levantou-se, foi até a porta, trancou-a por dentro e ficou à janela, esperando que ela chegasse para deixar bem claro que tinha percebido seu modo de agir; e ficou lá até que a mulher voltou. Esta, chegando e vendo- se do lado de fora com a porta trancada, ficou muito aflita e começou a tentar abrir a porta à força.
Tofano, depois de aguentar aquilo durante certo tempo, disse:
– Mulher, está se esforçando à toa, porque aqui não vai poder entrar. Vá, retorne ao lugar onde esteve até agora e pode ter certeza de que nunca mais vai voltar para cá enquanto eu não lhe tiver prestado a honra que lhe convém por seus atos, diante de sua família e dos vizinhos.
A mulher começou a suplicar pelo amor de Deus que lhe fizesse o favor de abrir, pois não estava vindo de onde ele achava, e sim da vigília, com uma vizinha, pois as noites eram longas, e ela não conseguia dormi-las por inteiro nem ficar acordada em casa sozinha. As súplicas de nada adiantavam, porque aquele burro estava disposto a fazer que todos os aretinos, que de nada ainda sabiam, ficassem sabendo de sua vergonha.
A mulher, vendo que suplicar não adiantava, recorreu a ameaças e disse:
– Se não abrir, eu vou torná-lo o homem mais infeliz que existe. Tofano respondeu:
– E o que você poderia fazer?
A mulher, cujo engenho já fora aguçado pelas inspirações do Amor, respondeu:
– Prefiro me jogar nesse poço daqui de perto a ter de suportar a vergonha a que você quer me expor injustamente; e, quando eu for encontrada morta, ninguém vai acreditar que não foi você que me atirou lá dentro por bebedeira; e assim você vai precisar fugir e ficar sem nada do que tem, no exílio, ou então vão lhe cortar a cabeça como meu assassino, que é o que você de fato terá sido.
Com tais palavras Tofano não se afastou de sua tola decisão. Por isso, a mulher disse: –
Chega, já não aguento mais esse aborrecimento; Deus que te perdoe; mande pôr no lugar esta roca que estou deixando aqui.
Estava a noite tão escura, que uma pessoa mal enxergaria outra na rua, e a mulher, depois de dizer isso, foi em direção ao poço, pegou uma pedra enorme que havia ao pé do poço e, gritando “Deus me perdoe”, deixou-a cair lá dentro.
Ao atingir a água, a pedra fez um tremendo barulho; Tofano, ouvindo, acreditou piamente que ela havia se atirado; então, pegando o balde com a corda, precipitou-se para fora de casa a fim de ajudá-la e correu ao poço. A mulher, que estava escondida perto da porta da casa, assim que o viu correr ao poço, fugiu para dentro, trancou-se, foi até a janela e começou a dizer:
– A água no vinho se põe na hora de beber, e não noite alta.
Tofano, ao ouvi-la, sentiu-se vexado e voltou para a porta; mas, não podendo entrar, começou a pedir-lhe que abrisse.
Ela, deixando de lado a fala mansa que usara até então, começou a dizer quase a gritar:
– Pela cruz de Cristo, bêbado insuportável, você não vai entrar esta noite; não aguento mais esses seus modos; quero mostrar a todo o mundo quem você é e a que horas volta para casa à noite.
Tofano, por outro lado, muito zangado, começou a xingá-la e a gritar. Os vizinhos, ouvindo o barulho, levantaram-se, e às janelas apareceram homens e mulheres a perguntarem o que estava acontecendo.
A mulher começou a dizer chorando:
– É um homem ruim, que volta bêbado à noite para casa ou fica dormindo nas tavernas e depois chega a esta hora. Já aguentei muito tempo, mas não adiantou, então, não suportando mais, quis fazê-lo passar por esse vexame de ficar fora de casa, para ver se ele se emenda.
Tofano, o burro, por outro lado, dizia o que havia acontecido e fazia grandes ameaças.
A mulher dizia aos vizinhos:
– Vejam só que homem é esse! O que diriam se eu estivesse na rua como ele, e ele estivesse em casa como eu? Por Deus, duvido que vocês acreditem que ele está falando a verdade. Por isso já podem conhecer o juízo que ele tem. Está dizendo que eu fiz exatamente o que eu acho que ele é que fez. Achou que ia me assustar jogando não sei o que no poço; mas, quisera Deus que ele tivesse se jogado de verdade e tivesse se afogado, assim o vinho, que ele bebeu de sobra, ficaria muito bem aguado.
Os vizinhos, homens e mulheres, começaram a repreender Tofano, a culpá-lo e a xingá-lo pelo que estava dizendo à mulher; e rapidamente a notícia foi correndo de vizinho em vizinho, até que chegou aos familiares da mulher. Estes foram até lá e, depois de ouvirem a coisa de um vizinho e de outro, agarraram Tofano e deram-lhe tamanha surra que o deixaram moído. Depois entraram na casa, pegaram a mulher e suas coisas e voltaram para sua própria casa, ameaçando Tofano de fazerem pior. Tofano, vendo-se malparado e percebendo que o ciúme fora um mau conselheiro, como queria muito bem à mulher, pediu a alguns amigos que servissem de intermediários, e tanto fez que conseguiu levar a esposa em paz de volta para casa, prometendo-lhe que nunca mais seria ciumento; além disso, deu-lhe permissão para fazer tudo o que bem quisesse, mas com bastante cuidado, para que ele não percebesse. E assim, ao modo do insensato, depois do prejuízo fez o trato. Viva o amor, morte à guerra, viva toda a nossa companhia.



Quinta novela da sétima jornada 

Quando Lauretta terminou a sua narração e todos elogiaram a mulher, dizendo que ela tinha feito muito bem aquilo que convinha ao mau marido, o rei, para não perder tempo, voltou-se para Fiammetta e lhe impôs amavelmente o encargo de narrar; assim, ela começou:
– Nobilíssimas senhoras, a história anterior me traz à mente uma narrativa semelhante sobre um ciumento, considerando-se que é muito bem-feito o que lhes fazem suas mulheres, sobretudo quando o ciúme é infundado. E, se os autores das leis tivessem levado em conta todas as coisas, considero que nisso deveriam ter instituído para as mulheres a mesma pena que instituíram para todo aquele que fere para se defender – porque os ciumentos são agressores da vida das jovens senhoras e buscam diligentemente a morte delas. Elas passam a semana inteira fechadas em casa, cuidando das tarefas familiares e domésticas, desejando, como todos, ter nos dias de feriado algum consolo, algum sossego, poder ter algum divertimento, assim como têm os lavradores nos campos, os artífices nas cidades e aqueles que dirigem os tribunais, tal como Deus no sétimo dia descansou do seu trabalho e tal como querem as leis sacras e as civis, que, levando em conta a reverência a Deus e ao bem comum, distinguiram dias de trabalho e dias de repouso. Mas os ciumentos não permitem que elas façam nada disso; ao contrário, esses dias, alegres para as outras, são para elas mais míseros e tristonhos, porque então os maridos as mantêm mais trancadas e reclusas: a consunção que isso significa para as pobrezinhas só sabem aquelas que tiveram essa experiência. Por isso, para concluir, aquilo que uma mulher faz a um marido injustamente ciumento sem dúvida não deve ser condenado, mas louvado.
Houve em Rimini um mercador rico de propriedades e dinheiro que tinha uma belíssima esposa de quem ele se tornou extremamente enciumado; não tinha outra razão para isso senão a de que, por amá-la muito e achá-la linda, sabendo que ela se empenhava ao máximo para agradá-lo, acreditava que todos os homens a amavam, que a achavam bela, e que ela se empenhava para agradar os outros como a ele (argumento de gente ruim e de pouco sentimento). E, assim enciumado, tomava tanto cuidado com ela e a mantinha tão vigiada que talvez muitos condenados à pena capital não sejam guardados com tanta vigilância por seus carcereiros. A mulher não só não podia ir a casamentos, festas ou igrejas nem pôr os pés para fora de casa de modo algum como também não ousava debruçar-se a nenhuma janela nem olhar para fora de casa por razão alguma; por esse motivo, sua vida era péssima, e aquela tristeza ela suportava com mais impaciência quanto menos culpada se sentia.
Por isso, sentindo-se injustamente maltratada pelo marido, para consolar-se imaginou algum modo – se é que algum modo haveria – de fazer que os maus-tratos tivessem razão de ser. Como não podia sair à janela e assim não tinha como mostrar-se contente pelo amor que alguém lhe tivesse demonstrado ao passar pelos arredores, sabendo que na casa ao lado havia um rapaz belo e agradável, imaginou que, se houvesse algum buraquinho na parede entre sua casa e a outra, poderia espiar por ele várias vezes até conseguir enxergar o rapaz e falar com ele para entregar-lhe o seu amor, caso ele quisesse recebê-lo; e, achando algum meio, talvez pudesse encontrar-se com ele umas vezes e dessa maneira ir passando a sua vida infeliz até que o tinhoso desencostasse de seu marido.
E, quando o marido não estava, olhando a parede da casa ora num lugar, ora noutro, descobriu por acaso num lugarzinho bastante escondido em que a parede estava um pouco aberta por uma rachadura; assim, espiando por ela, percebeu que a rachadura dava para um quarto e pensou: “Se esse fosse o quarto de Filippo (ou seja, do rapaz vizinho), eu já teria meio caminho andado”. E com cuidado pediu a uma criada, que tinha muita pena dela, que espiasse, e esta descobriu que, realmente, o rapaz dormia sozinho naquele quarto. Por isso, ela olhava pela rachadura com frequência e, quando percebia que o rapaz estava lá, deixava cair algumas pedrinhas e gravetinhos; assim, tanto fez que, para descobrir o que acontecia, o rapaz acabou indo até lá. Então ela o chamou em voz baixa, e ele, reconhecendo a voz, respondeu; ela, quando teve tempo, revelou-lhe todas as suas intenções. O rapaz ficou tão contente que alargou mais a rachadura do seu lado, mas de tal modo que ninguém conseguisse perceber: e ali frequentemente iam para conversar e tocar-se com as mãos, mas não era possível fazer mais que isso, em virtude da severa vigilância do ciumento.
Como estavam chegando as festas de fim de ano, a senhora disse ao marido que, por favor, gostaria de ir na manhã do dia de Natal à igreja para confessar-se e comungar-se como fazem os outros cristãos. O ciumento disse:
– E que pecados você cometeu, que quer se confessar?
A mulher disse:
– Como! Você acha que sou santa só porque me mantém reclusa? Você sabe muito bem que eu cometo pecados como todas as outras pessoas que vivem, mas não quero dizer a você quais são, pois você não é padre.
O ciumento desconfiou dessas palavras e ficou com vontade de saber que pecados ela teria cometido, imaginando um meio pelo qual isso pudesse ser feito. Respondeu-lhe, então, que estava contente com a confissão, mas não queria que ela fosse a outra igreja senão à capela deles, e queria que ela fosse pela manhã bem cedinho e se confessasse com o capelão deles ou com algum padre que o capelão indicasse, e não com outro, voltando imediatamente para casa. A mulher desconfiou de alguma coisa, mas sem dizer nada respondeu que faria o que ele mandava.
Na manhã do Natal, a mulher levantou-se com a aurora, aprontou-se e foi para a igreja que o marido lhe impusera. O ciumento, por sua vez, levantou-se e foi para aquela mesma igreja, aonde chegou antes dela. Depois de combinar com o padre lá dentro aquilo que queria fazer, vestiu rapidamente uma das batinas do padre e um grande capuz de faldas (como os que vemos que os padres usam), que ele puxou um pouco para a frente do rosto, e foi sentar-se no coro. A mulher chegou à igreja e solicitou o padre. O padre veio e, ao ouvir da mulher que ela queria se confessar, disse que não podia ouvi-la, mas que lhe mandaria um companheiro seu; saiu e mandou o ciumento para a desgraça. Ele apareceu muito solene, e, embora o dia não fosse muito claro e ele tivesse puxado o capuz bem para a frente dos olhos, não foi capaz de disfarçar-se tão bem que a mulher não o reconhecesse imediatamente; quando ela viu aquilo, pensou: “Louvado seja Deus porque o ciumento virou padre; mas deixe comigo, que eu vou lhe dar o que ele está procurando”. Fazendo de conta que não o reconhecia, sentou-se aos seus pés. O senhor ciumento tinha posto algumas pedrinhas na boca, para que estas lhe atrapalhassem a língua e a mulher não o reconhecesse pela fala, achando que em todo o resto estava tão bem disfarçado que ela não o reconhecia de modo algum. Iniciada a confissão, depois de informar que era casada, a mulher disse entre outras coisas que estava apaixonada por um padre que todas as noites ia deitar-se com ela.
Ao ouvir isso, o ciumento teve a impressão de que lhe davam uma facada no coração, e, não fosse ele dominado pela vontade de saber mais, teria abandonado a confissão e ido embora. Ficando firme, portanto, perguntou à mulher:
– E como? O seu marido não dorme com a senhora?
A mulher respondeu:
– Dorme, sim senhor.
– Então, como o padre pode dormir também? – disse o ciumento.
– Senhor – disse a mulher –, com que artes o padre faz isso eu não sei, mas sei que não há em casa porta tão fechada que não se abra assim que ele a toque. Diz ele que, quando chega junto à porta do meu quarto, antes de abri-la, profere algumas palavras que fazem o meu marido pegar no sono imediatamente e, quando percebe que ele está dormindo, abre a porta, entra e fica comigo: isso nunca falha.
O ciumento então disse:
– Minha senhora, isso está errado, e a senhora precisa deixar definitivamente de fazê-lo.
A mulher disse:
– Senhor, acho que isso eu nunca vou poder fazer, porque o amo muito.
– Então – disse o ciumento –, não posso absolvê-la. A mulher respondeu:
– Lamento muito; não vim aqui para contar mentiras; se eu achasse que podia fazer isso, diria.
O ciumento disse então:
– Lamento realmente pela senhora, pois vejo que com essa decisão está pondo sua alma a perder; mas em seu benefício eu me darei o trabalho de fazer orações especiais a Deus em seu nome, e talvez elas lhe sejam úteis: de vez em quando vou enviar-lhe um dos meus coroinhas, e a senhora mandará dizer-me se elas estão adiantando ou não; e, se adiantarem, continuaremos.
A mulher disse:
– Senhor, não faça isso, não mande ninguém à minha casa, porque meu marido é tão ciumento que, se souber, o mundo inteiro não lhe tirará da cabeça que essa pessoa terá ido lá com más intenções, e eu não terei paz pelo resto do ano.
O ciumento disse:
– Não fique receosa, porque eu farei tudo de tal maneira que a senhora não vai ouvir nunca nenhuma palavra por parte dele.
Então a mulher disse:
– Se é isso o que o senhor tem vontade de fazer, então estou de acordo.
Rezado o confiteor e tomada a penitência, ela se levantou e foi assistir à missa. O ciumento, com sua desventura, foi fungando tirar a roupa de padre e voltou para casa, desejando descobrir uma maneira de encontrar o padre e a mulher juntos, para pregar uma peça em ambos. A mulher voltou da igreja e viu muito bem no rosto do marido que lhe estragara o Natal; mas ele fazia o que podia para esconder o que fizera e o que achava saber.
Decidindo passar a noite junto à porta da rua à espera do padre, ele disse à mulher:
– Esta noite preciso jantar e dormir fora; por isso vou fechar bem a porta que dá para a rua, a do meio da escada e a do quarto, e quando você quiser pode ir dormir.
A mulher respondeu:
– Está bem.
Ela, assim que teve ocasião, foi até o buraco, fez o sinal costumeiro e, quando Filippo o ouviu, foi até lá imediatamente; então a mulher lhe disse aquilo que fizera pela manhã e o que o marido lhe dissera depois do jantar; depois disse:
– Tenho certeza de que ele não vai sair de casa, mas vai ficar de guarda junto à porta; por isso, encontre um jeito de vir esta noite pelo teto, para ficarmos juntos.
O jovem, muito contente com o fato, disse:
– Senhora, deixe comigo.
Quando caiu a noite, o ciumento foi com suas armas esconder-se num quarto do térreo; a mulher mandou trancar todas as portas, sobretudo a da escada, para que o ciumento não pudesse subir, e, quando a ocasião pareceu propícia, o rapaz veio cautelosamente de seu lado; indo para a cama, os dois se propiciaram mutuamente prazer e bons momentos; quando o dia chegou, o rapaz voltou para casa.
O ciumento, contrariado, sem jantar e morrendo de frio, passou quase toda a noite com suas armas ao lado da porta, à espera do padre; quando o dia começou a nascer, não aguentando mais ficar acordado, adormeceu no quarto térreo. Quando já chegava a hora terça, levantou-se e, como a porta da casa já estava aberta, fez de conta que vinha de fora, entrou em casa e comeu. Pouco depois mandou chamar um rapazinho, como se fosse o coroinha do padre que a confessara, para lhe perguntar se aquele que ela sabia tinha vindo de novo. A mulher, que reconheceu muito bem o mensageiro, respondeu que ele não tinha ido naquela noite, e que, se continuasse assim, talvez ela o tirasse da cabeça, embora não quisesse que ele lhe saísse da mente.
Que mais posso dizer? O ciumento passou muitas noites querendo surpreender o padre na entrada, enquanto o tempo todo a mulher passava bons momentos com o amante. No fim, o ciumento, que já não aguentava mais, com expressão agastada perguntou à mulher o que ela dissera ao padre na manhã em que se confessara. A mulher respondeu que não queria dizer, porque não era coisa decorosa nem decente.
Então o ciumento disse:
– Sua ordinária, contra a sua vontade eu fiquei sabendo o que você disse, e é muito bom você logo dizer quem é o padre por quem está tão apaixonada, aquele que com suas magias vem dormir com você todas as noites, se não quiser que eu lhe corte as veias.
A mulher disse que não era verdade que estivesse apaixonada por padre nenhum.
– Como? – disse o ciumento. – Você não disse isso ao padre que tomou sua confissão?
A mulher disse:
– Nem parece que lhe contaram, parece mesmo é que você estava lá; pois bem, eu disse isso.
– Pois diga quem é esse padre e já – disse o ciumento.
A mulher começou a sorrir e disse:
– Fico muito feliz quando um homem sabido é conduzido por uma mulher simples do mesmo modo como se conduz um carneiro pelos chifres ao matadouro; se bem que sabido você não é, e não foi desde o momento em que deixou o espírito maligno do ciúme entrar no seu peito, sem saber por quê; e quanto mais tolo e burro você for menor será a minha glória. Você acha, meu marido, que sou cega dos olhos da cara assim como você é cego dos olhos da mente? Claro que não; logo que olhei percebi quem era o padre que me confessou, e sei muito bem que era você mesmo; mas tomei a decisão de lhe dar aquilo que você estava procurando, e dei. Mas, se você fosse tão sabido como acha que é, não teria tentado saber daquela maneira os segredos da sua boa mulher e, sem suspeitas vãs, teria percebido que aquilo que ela lhe confessava era a verdade, sem que ela tivesse cometido pecado algum. Eu disse que amava um padre: e por acaso você, que não merece o amor que lhe tenho, não estava disfarçado de padre? Eu disse que nenhuma porta da minha casa podia ficar fechada quando ele quisesse dormir comigo: e que porta desta casa alguma vez ficou fechada quando você quis ir aonde eu estava? Disse que o padre se deitava todas as noites comigo: e quando foi que você não se deitou comigo? E todas as vezes que você me mandou o seu coroinha, como sabe, nas vezes em que você não esteve comigo eu disse que o padre não tinha vindo. Qual o desmiolado, afora você, que se deixou cegar pelo ciúme, não teria entendido essas coisas? E ficou em casa durante a noite montando guarda junto à porta e achando que eu acreditei que tinha ido jantar e dormir fora! Emende-se daqui por diante, volte a ser o homem que costumava ser, não permita que ria de você quem conhece suas maneiras como eu conheço e deixe de lado essa vigilância cerrada que me faz; pois juro por Deus que, se me desse vontade de lhe pôr chifres, mesmo que você tivesse cem olhos, e não dois como tem, eu decidiria satisfazer à minha vontade de tal modo que você nem perceberia.
O infeliz do ciumento, que achava ter-se inteirado astutamente do segredo da mulher, ao ouvir isso sentiu-se envergonhado; e, sem mais nada responder, considerou que tinha esposa boa e sábia; assim, quando mais precisava do ciúme, despiu-se dele, tal como o vestira quando dele não precisava. E a sábia senhora, como se tivesse obtido licença para os seus prazeres, deixou de fazer o amante vir pelo teto, como fazem os gatos, e este começou a vir pela porta, de modo que, agindo discretamente, passou depois bons momentos e vida boa com ele.














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