Prova de Geografia - 9º ano - 4º Bimestre - 2014 - com gabarito.

10:00 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 9º ano - 4º bimestre - 2014

Prova de Geografia. 

9º ano - 4º bimestre. 


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Gabarito:

Exercício 1:
Alternativa C

Exercício 2:
(3)
(4)
(2)
(5)
(1)

Exercício 3:
Alternativa B

Exercício 4:
Alternativa A

Exercício 5:
Resposta livre do aluno, desde que demonstre compreender que o muro de Berlim simbolizava a separação entre Oriente e Ocidente e sua derrubada chegava a ser, mesmo diante de um enfraquecimento do regime socialista, uma ação que rompia com a política que dividiu o mundo por meio século.

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Exercício 6:

"Reunificação alemã (1990), a desintegração da URSS (1991) e o surgimento da CEI (Comunidade dos Estados Independentes)"; "divisão da Tchecoslováquia (1993) e a explosão do separatismo nos Bálcãs com o esfacelamento da Iugoslávia a partir de 1991".

Exercício 7:
Segundo o texto (que é de 2009), houve um avanço da União Europeia, um enfraquecimento da Rússia, o aparecimento dos EUA como única potência e uma desestabilização, ainda segundo o texto,  no equilíbrio mantido pelas duas potências que dividiram por décadas o domínio mundial entre si.

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Exercício 8:
Segundo o texto, a ordem era mantida porque "as potências controlavam suas respectivas áreas de influência".

Exercício 9:
Em poucas palavras o aluno deve comentar o que foi debatido em sala. Como por exemplo a transparência política proposta pela Glasnost, que promoveu maior liberdade de expressão, reduziu gastos públicos, abriu caminho para o pluripartidarismo, iniciou acordos de desarmamento e de paz com o Ocidente. Já a Perestroika trouxe reestruturação econômica, com a introdução de mecanismos de mercado, cortes de subsídios estatais, liberdade para empresas e abertura para o capital estrangeiro.

Exercício 10:
Com suas próprias palavras, não se preocupando em 'decorar' conteúdos, o aluno deve explicar, de forma correta, como se deu o processo de transição que levou ao fim da URSS por meio dos processos de independências que ocorreram no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, destacando processos políticos e econômicos, além conflitos ideológicos e armados, até chegarmos à constituição da Comunidade dos Estados Independentes (CEI).

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Quais as funções daqueles que nos representarão nos próximos anos? - Legislativo

22:44 Junior Lopes 0 Comentários

Eleições 2014

As funções de cada um dos cargos eletivos nas eleições 2014. 

Legislativo. 



Dando continuidade à postagem anterior, sobre as funções do poder Executivo, veremos agora quais são as funções dos nossos representantes no poder Legislativo.




Senador


O Poder Legislativo no Brasil é exercido pelo Congresso Nacional, em sistema bicameral, ou seja, é formado por duas Casas: o Senado Federal e a Câmara dos Deputados.
O Senado Federal compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal, eleitos segundo o princípio majoritário. Cada Estado e o Distrito Federal elegerão três senadores, com mandato de oito anos e cada senador será eleito com dois suplentes, que não recebem votos, mas são indicados em chapas junto com os nomes dos titulares.
A representação de cada Estado e do Distrito Federal será renovada de quatro em quatro anos, alternadamente, por um e dois terços. Os senadores representam os estados e não a população, por isso não há proporcionalidade em relação ao número de habitantes de cada estado.
Os representantes do Senado e da Câmara têm funções comuns, como a elaboração das leis e a fiscalização dos atos do Executivo. Mas, senadores e deputados, porém, também devem cumprir atribuições específicas.
Uma das responsabilidades exclusivas do Senado é aprovar a indicação feita pelo Poder Executivo de nomes para ocupar cargos como o de diretor do Banco Central e os nomes de diplomatas brasileiros que representaram o Brasil no Exterior.

Deputado Federal


Deputado federal é o representante eleito por voto proporcional para a Câmara dos Deputados. De acordo com a Constituição, é o representante nacional popular, eleito pela população do seu estado, por voto direto, com mandato de quatro anos, podendo concorrer a sucessivas reeleições.
Cada um dos 26 estados e o Distrito Federal tem uma representação proporcional à sua população (Lei Complementar 78/1993), porém com o número mínimo de 8 representantes, como no Distrito Federal e no Mato Grosso, e máximo de 70 deputados por estado, como em São Paulo, totalizando 513.
Autorizar a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado está entre as atribuições específicas dos deputados federais — o andamento e julgamento ficam a cargo do Senado.
Outra característica exclusiva da Câmara dos Deputados é de ser a casa iniciadora do processo legislativo no caso de propostas originadas no Poder Executivo ou no Poder Judiciário, com exceção dos assuntos que são competência privativa do Senado, como a análise da indicação de autoridades.

Deputado Estadual


O deputado estadual ou distrital é eleito pelo sistema proporcional para integrar a assembleia legislativa, o principal órgão do Poder Legislativo em cada estado — ou a Câmara Legislativa, no caso do Distrito Federal. As funções dos deputados estaduais equivalem às dos federais, mas com aplicação estadual. Ou seja, propor leis estaduais e fiscalizar a atuação do governador são as suas principais atribuições.
— Esse parlamentar vai participar do processo de elaboração do Orçamento do seu ente federado. Pode fiscalizar a aplicação dos recursos e pressionar o governador para que de fato beneficie sua região, cidade, ou área do estado em que ele atua — observa Arlindo Fernandes.
O número de deputados estaduais, de acordo com a Constituição, corresponde ao triplo da representação do estado na Câmara dos Deputados para os estados que contam com até 12 representantes federais.
Nas bancadas com mais de 12 deputados federais, os 36 primeiros seguem essa regra, de 3 para 1. A partir daí cada deputado federal passa a equivaler a um estadual.
Dois exemplos para tornar o cálculo mais claro. Com 8 deputados federais, o Distrito Federal conta com 24 deputados distritais em sua Câmara Legislativa. Já São Paulo, com seus 70 deputados federais, tem 94 representantes na Assembleia Legislativa: os 36 primeiros correspondentes a 12 federais na regra de 3x1; e os 58 restantes (=70-12) na regra de 1x1.

Atribuições comuns aos deputados e senadores


Além de legislar, senadores e deputados federais têm a função de fiscalizar os gastos públicos na esfera nacional. Também compete a ambos discutir e votar o Orçamento da União e fiscalizar a aplicação adequada dos recursos públicos.
É na discussão da proposta orçamentária que deputados federais e senadores apresentam emendas destinadas à realização de obras específicas em seus estados: uma quadra de esportes, aquisição de ambulâncias ou para a construção de um hospital, por exemplo.
— O valor das emendas do orçamento é pequeno, do ponto de vista da União, mas para uma comunidade específica pode ser significativo — ressalta Arlindo Fernandes.
O consultor esclarece que o pagamento referente ao dinheiro definido por emenda parlamentar depende da liberação do Presidente da República e da aplicação e destinação correta do governador.
— Quem faz uma promessa, até pode iniciar o movimento, mas erguer um hospital não depende apenas do deputado, é um trabalho conjunto — explicou.
O mesmo princípio se aplica a quem afirma que lutará pela redução da maioridade penal: o deputado tem por função votar a favor ou contra um projeto, mas a proposta precisa ser aprovada nas duas casas do Congresso. Candidatos ao Senado ou à Câmara, que prometem desmilitarizar e unificar as Polícias Civil e Militar, alcançarão seu objetivo somente se for aprovada Proposta de Emenda à Constituição (PEC), o que exige maioria qualificada tanto na Câmara (308 votos favoráveis) quanto no Senado (49 votos favoráveis).
— Para os mais diversos assuntos eles podem fazer promessas e lutar por recursos. Para creches ou universidades, por exemplo, eles podem participar do processo que vai chegar a uma decisão administrativa que cabe ao governador. Não é uma promessa absurda, mas ele não pode fazer sozinho — diz o consultor constitucional.
Tanto deputados quanto senadores também têm a obrigação de controlar os atos do presidente da República.











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Quais as funções daqueles que nos representarão nos próximos anos? - Executivo

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Aécio e Dilma

As funções de cada um dos cargos eletivos nas eleições 2014. 

Executivo. 



Finalmente as eleições chegaram ao fim. Ânimos acirrados, debates acalorados por parte dos candidatos e dos eleitores e promessas, muitas promessas. Mas será que os candidatos podem realmente fazer tudo aquilo que prometem em suas campanhas? Confira abaixo a função de cada um dos representantes que se elegeram nas Eleições 2014. 


Infelizmente (ou felizmente?) os candidatos, quando eleitos, não podem fazer tudo aquilo que prometem em suas campanhas, sejam eles representantes do Executivo ou do Legislativo. Confira abaixo as funções do Executivo, ou clique aqui para conhecer as funções do Legislativo.

Presidente


Numa República presidencialista como a nossa, o presidente é a principal autoridade do Poder Executivo, o representante máximo do povo, cabendo a ele as tarefas de chefe de Estado e de governo. No Brasil, ele também é o comandante em chefe das Forças Armadas.
De acordo com a Constituição, é eleito por voto majoritário. Ou seja, o candidato que recebe individualmente o maior número de votos conquista o mandato de quatro anos. É o contrário do que ocorre, por exemplo, com a eleição de deputados, na qual se adota o critério proporcional. Isto é, as vagas são distribuídas de acordo com a soma de votos de cada partido ou coligação.
Também é função do presidente enviar ao Congresso Nacional projetos de lei sobre os temas aos quais compete decidir, como a criação de universidades federais, de cargos e funções na administração federal ou criação e extinção de ministérios, entre outros.
O presidente da República pode elaborar e encaminhar ao Legislativo propostas sobre uma ampla gama de assuntos. Segundo o consultor Arlindo Oliveira, nesse ponto se encaixam algumas promessas de campanha. Um candidato que se diz favorável à união civil homossexual ou à criação de um imposto que incida sobre grandes fortunas, por exemplo, poderá enviar proposta nesse sentido ao Parlamento, mas não tem o poder de decidir sozinho.
— Os presidentes podem prometer apresentar um projeto ao Congresso, ou usar o seu cargo, a sua autoridade para, legitimamente, defender que aquela tese merece ser acolhida. Mas cabe apenas aos parlamentares aprová-lo — explica o consultor legislativo Arlindo Fernandes de Oliveira, que assessora o Senado na área constitucional.
Da mesma forma, ao se posicionar contra um assunto, o presidente poderá vetar um projeto de lei, mesmo depois de aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Caso o presidente eleito e empossado esteja ausente do país, quem assume a chefia da República é o vice-presidente, seguido do presidente da Câmara dos Deputados, do presidente do Senado e do presidente do Supremo Tribunal Federal, o último na linha de sucessão.
Os brasileiros recuperaram com a Constituição de 1988 e exerceram no pleito realizado no ano seguinte o direito de eleger diretamente o presidente, direito este suprimido durante a ditadura militar de 1964/1985.

Vice-Presidente


O vice-presidente da República é eleito simultaneamente com o presidente, numa chapa única, e ambos tomam posse em sessão do Congresso Nacional, prestando o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a União, a integridade e a independência do Brasil.
A Constituição define como atribuições do vice-presidente da República a substituição do presidente, em caso de doença ou viagem, por exemplo, ou quando o cargo se torne vago. Ele também pode desempenhar missões especiais que lhe sejam confiadas pelo presidente.
Tratado às vezes como uma função de importância menor, o vice-presidente é, na verdade, o segundo posto político mais relevante do país. Sete ocupantes do cargo assumiram a Presidência da República em razão do afastamento do titular por razões de doença, impedimento ou morte: Floriano Peixoto, em 1891; Nilo Peçanha, em 1909; Delfim Moreira, em 1918; Café Filho, em 1954; João Goulart, em 1961; José Sarney, em 1985; e Itamar Franco, em 1992.
Criado em 1891, o cargo de vice-presidente deixou de existir entre 1934 e 1946, durante o primeiro mandato de Getúlio Vargas. Até 1967, o vice acumulava a presidência do Senado, como ocorre nos Estados Unidos.


Governador


O governador ocupa o mais elevado cargo político no estado. Nos países com sistema federativo, como o Brasil, é função do governador administrar o estado e representá-lo em ações jurídicas, políticas e administrativas. Ele atua com o auxílio da respectiva Assembleia Legislativa (ou Câmara Legislativa, no Distrito Federal) e, para os temas de alcance nacional, da bancada federal — eleita para representar o estado na Câmara dos Deputados e no Senado.
O governador do Distrito Federal, pelas características próprias dessa entidade federativa (clique aqui para saber mais sobre o Distrito Federal), também exerce funções que cabem ao prefeito.
Uma das principais responsabilidades do governador é a segurança pública, envolvendo o controle das Polícias Civil e Militar e a construção e administração de presídios. O consultor do Senado Arlindo Fernandes de Oliveira ressalta que essa é uma missão espinhosa.
— Fica para o governador um grande problema que é a gestão da segurança pública, um assunto cuja solução dificilmente se dará sem a atuação da União, seja do ponto de vista do financiamento, das políticas públicas ou da estruturação e treinamento das polícias. A União tem os meios — declara.
Ele acrescenta que, por isso, as promessas presidenciais de atuação conjunta com governadores para a segurança pública são factíveis. Até mesmo, explica, porque cabe à União, por meio do Departamento de Polícia Federal, cuidar das fronteiras, do tráfico de entorpecentes e do contrabando e descaminho.
O consultor observa que os governadores, embora tenham atribuições semelhantes às do presidente, sofrem com a hipertrofia da União, que acumula poderes em diversas áreas, deixando para os administradores dos estados apenas a “competência residual”.
Eles podem propor projetos de lei sobre a questão penitenciária, por exemplo, mas nada que diga respeito ao Direito Civil e Penal. É o contrário do que acontece em outros países, como os Estados Unidos, onde cada estado pode ter sua própria legislação criminal, tratando de forma diferente questões como pena de morte e uso de drogas. No Brasil, Direito Penal é assunto exclusivo da União.
A concentração de dinheiro na União é outro problema, acrescenta Arlindo Fernandes. Com o apoio do seu secretariado, o governador gerencia a administração estadual, colocando em prática planos para estimular a vocação econômica estadual. Para isso, defende os interesses do estado junto à Presidência e busca investimentos e obras federais. Construção de linhas de metrô, ciclovias e rodovias são atribuições dos governadores, mas o financiamento costuma ser compartilhado com a União. E para o endividamento dos estados por meio de empréstimos externos – na busca de recursos para tais obras, junto ao Banco Mundial, por exemplo – é necessária a aprovação do Senado.
Nos estados, mesmo quando há diferenças partidárias ou políticas, o governador precisa atuar em sintonia administrativa com os prefeitos, responsáveis pela gestão municipal. Diferente do que ocorre no Distrito Federal, que é proibido pela Constituição de ter municípios.
Mas, completa Arlindo Fernandes, é totalmente possível haver nas unidades administrativas do DF conselhos comunitários não remunerados, com funções correspondentes às das câmaras de vereadores, que indiquem ao governador uma lista de nomes, vinculados à comunidade e sugeridos por ela, para se tornarem administradores das diversas unidades administrativas, a partir de procedimento de consulta popular e não de uma eleição direta, o que é vetado.
— O Brasil é uma democracia, e a participação popular na vida do estado é recomendável — opina o consultor.

Vice-Governador


O cargo de vice-governador, como o de vice-presidente da República, é necessário para a imediata substituição do titular em caso da eventual ausência do governador. Além disso, o vice-governador auxiliará o titular do mandato sempre que por ele convocado para missões especiais, como no nível federal.








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Prova de Geografia - 8º ano - 4º Bimestre - 2014 - com gabarito.

23:16 Junior Lopes 0 Comentários


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Gabarito:

Exercícios 1, 2, 3, 4, 7, 8:
Aqui tem uma imagem com algumas respostas.
Respostas do João Pedro

Exercício 5:
Estreito de Gibraltar.

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Exercício 6:
Canal de Suez.

Exercícios 9, 10 e 11:
Resposta pessoal, com destaque para nossas atividades em sala de aula sobre as questões naturais do continente africano.

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Prova de Geografia - 7º ano - 4º Bimestre - 2014 - com gabarito.

22:09 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de Geografia - 7º ano - 4º bimestre

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Gabarito:

Exercício 1 (a ao j):
Aqui tem uma imagem com a resposta do exercício 1.
Respostas do Vitor Hugo.


Exercício 2:
Bacias do Paraná, do Uruguai e Sudeste-Sul.

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Exercício 3:
Por ser o ponto mais alto do relevo na região, a serra do Mar é o grande divisor de águas, fazendo que as águas das chuvas e rios escoem em direção a leste e oeste.

Exercício 4:
Alternativa B.

Exercício 5:
O aluno deve escolher entre as vegetações de Mata Atlântica, Mata de Araucária, Pampas e vegetação litorânea e defini-las em suas características principais.

Exercício 6:
Resposta pessoal, com destaque para nossas conversas em sala de aula sobre as questões econômicas da região Sul.

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Prova de Geografia - 6º ano - 4º Bimestre - 2014 - com gabarito.

12:30 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma imagem da prova de Geografia do 6º ano

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Atenção professor: esta prova traz respostas no espaço destinado às "recomendações do professor".

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Gabarito:

Exercício 1:
O aluno deve demonstrar que compreendeu nossas conversas sobre as diferenças nas condições sociais que existem em uma sociedade, afetando diretamente a qualidade de vida no mundo, no país, na nossa cidade, no nosso bairro. O aluno pode demonstrar essa situação, por exemplo, citando formas de moradia, de acesso à educação e à saúde, de formas de trabalho, de possibilidade de compra, entre outras.

Exercício 2a:
Brasil

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Exercício 2b:
Indica o número total de habitantes do nosso país.

Exercício 2c:
Divide-se o número total de habitantes pela área do local (no caso nosso país).

Exercício 2d:
Divide-se o valor do PIB pelo número total de habitantes.

Exercício 2e:
(F)
(V)
(F)
(F)
(F)

Exercício 3:
Alternativa D

Exercício 4:
O aluno pode responder, em linhas bem genéricas e com base no que vimos em sala, que as regiões onde há grande presença de floresta equatorial e atividade econômica limitada, as densidades demográficas são menores, enquanto que as áreas onde a ocupação é mais antiga e há grande atividade econômica, a ocupação é maior.

Exercício 5:
A sigla significa População Economicamente Ativa e representa a parcela da população que exerce atividade remunerada e também pessoas que estão desempregadas.

Exercício 6:
(2)
(3)
(1)

Exercício 7:
(V)
(V)
(V)
(V)
(V)

Exercício 8:
Aqui tem uma imagem da resposta do exercício 8.


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Como orientar os filhos em cada fase escolar?

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Aqui tem a imagem de um ponto de interrogação...

Como orientar os filhos 

em cada fase escolar? 


Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)

Durante a vida estudantil, os pais acompanham as diferentes fases de crescimento e desenvolvimento cognitivo, comportamental e afetivo dos filhos. A cada mudança de ano, as crianças e os adolescentes vivenciam novos desafios e sentimentos, o que exige dos pais orientação e apoio adequados.



Para auxiliar os pais no acompanhamento das diversas fases escolares do filho, o Jornal Maxi In Família entrevistou, com exclusividade, a neuropsicopedagoga Helenita Muller. Confira as dicas e sugestões da especialista.


O que fazer em cada fase?

a) Maternal: Os pais devem compreender que o processo de adaptação é progressivo, mantendo-se tranquilos se a criança chorar. Certamente, minutos depois, o bebê se acomoda e aceita a mudança de ambiente. É necessário agir com naturalidade, pois pais superprotetores podem deixar os filhos ansiosos.

b) Educação Infantil: Se a criança vai à escola pela primeira vez, é importante conversar com ela, mostrando-lhe que essa é uma situação nova, e que ela será acolhida. Muita gente pensa que criança pequena não é capaz de assimilar tais informações. Errado! Quanto mais os pais explicarem, mais tranquilos e seguros os filhos ficarão.

c) Ensino Fundamental 1: É importante dizer ao filho que ele está iniciando uma fase de novas conquistas no mundo: novos amigos, novas rotinas e tudo novo! Dizer que será novo tornará as mudanças menos impactantes.

d) Ensino Fundamental 2: Nessa fase, as crianças sofrem mais com a transição, tendo insegurança e desconforto, sentindo o peso da autonomia e tendo menos atenção dos professores. Mas, por outro lado, há pontos positivos, como o avanço, a superação, a liberdade para experimentar e fazer as coisas sozinhas. Para ajudar o filho, os pais devem conversar sobre essas mudanças e a importância de ter mais responsabilidade. A participação dos pais é fundamental. Vale elaborar um quadro grande, com os horários e os dias das aulas, para que o filho não esqueça nenhum material nem qualquer atividade.

e) Ensino Médio: Os pais não devem transferir os próprios sonhos para os filhos. Se você sempre quis ser cientista, não obrigue seu filho seguir esse ideal. Isso certamente irá frustrá-lo. Nessa fase, o diálogo também é determinante. Converse sobre as mudanças, o aumento das responsabilidades e conscientize-o da importância de conhecer as próprias aptidões para a escolha da carreira profissional.

f) Terceiro e Curso Pré-vestibular: Não pressione seu filho. A escolha de uma profissão é para toda a vida. Fazer o que gosta é importante para uma vida saudável e feliz.

Motivos do choro e da birra

Na infância, na maioria das vezes, o choro e a birra estão ligados à insegurança que os pais demonstram aos filhos, que acaba sufocando a criança e até mesmo fazendo que crie situações negativas. A confiança na escola, que certamente escolheram por ser a melhor opção para o filho, deve ser passada para os pequenos. A insegurança transmitida pelos pais vai deixar o filho tenso e com receio de se separar da família. Portanto, manter a calma só ajudará na adaptação.

Desconfiança e culpa

Os pais precisam confiar que a escola fará bem para seu filho. Não se deve pensar que o melhor seria ficar o tempo todo em casa, com a família. Pesquisas mostram que as crianças que entram na escola mais cedo são mais independentes do que as que ingressam com idade mais avançada, tendo mais recursos emocionais e sociais para conviver em grupo.

Atitudes dos pais que dificultam

Muitos pais não percebem que seus filhos estão crescendo e acabam tratando-os como bebês, impedindo a criança de desenvolver sua autonomia. É inevitável que diante de tantas adversidades de um mundo em constante mutação e com tantas intercorrências, os pais busquem na escola e na família um modo de proteger os filhos das ameaças do mundo contemporâneo. Muitos têm a intenção de criar um universo perfeito em que nada ou muito pouco pode atingir o filho, seu bem mais precioso, impedindo-o de obter um bem ainda mais valioso: a autonomia. É preciso desenvolver a autonomia, pois é ela que fortalece a autoestima, a segurança e a satisfação pessoal.


Como os pais devem agir?

Os pais devem caminhar lado a lado com a escola, em parceria, confiando na instituição que escolheram para o filho. É fundamental acompanhar as tarefas de casa, comparecer à escola nas ocasiões especiais – eventos, festas, apresentações e outras – e atender ao chamado de comparecimento à escola, sempre que o receber.


Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)








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Criança e celular: benefícios e cuidados!

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Aqui tem a imagem de uma criança utilizando o celular

Criança e celular: 

Benefícios e cuidados! 


Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)

A cada dia, mais crianças com menos de 10 anos ganham celulares, fazendo uso desses aparelhos como se fossem adultos. Que limites se deve ter? Como os pais devem orientar os filhos?



Os colegas da escola têm, o priminho e o vizinho também... Quando menos se espera, os pais se veem no dilema: “Dou ou não um celular ao meu filho?” Afinal, várias crianças já possuem o aparelho, sendo até mesmo uma forma rápida de os pais terem informações sobre como e onde os filhos estão.
Este ano, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou que o número de celulares no Brasil chegou a 272,72 milhões, o que equivale a 1,4 celular por habitante, considerando a população brasileira de 190,7 milhões, segundo o último Censo. Os números são impressionantes, especialmente pelo crescimento do uso dos celulares entre crianças e adolescentes. É cada vez maior o número de pais que fornecem o aparelho aos filhos menores de 10 anos.
Se por um lado o celular foi desenvolvido para os adultos, por outro, o acesso está generalizado na atualidade, com vários benefícios comprovados. Segundo as Organizações das Nações Unidas (ONU), dos 7 bilhões de habitantes no mundo, 6 bilhões têm celulares. Numa pesquisa realizada pela Unesco, com empresas parceiras, dos 4 mil entrevistados, 62% afirmaram que passaram a ler mais com o uso do celular; 30% disseram usar o telefone para ler para os filhos.
São inegáveis as vantagens que a tecnologia proporciona. A criança detentora do próprio aparelho domina a linguagem virtual com mais facilidade, tem acesso a jogos de entretenimento, está em pleno contato com os amigos e familiares, especialmente na “era WhatsApp”.
No entanto, é preciso monitoramento e controle, para não haver excessos. Estudiosos alertam para o uso precoce do celular entre as crianças, sugerindo alguns cuidados. A pediatra italiana, Maria Grazi Sapia, especialista em criança e ambiente, afirma que além dos efeitos nocivos para a saúde da criança, há probabilidade de problemas psicológicos, como a dependência, - forte como o álcool ou as drogas – com gravíssimos danos no desenvolvimento psíquico e social. Nomofolia (do inglês no mobile + fobia) é o termo já consagrado para classificar esse desconforto ou mesmo angústia sentidos e manifestos ante a possibilidade de se ficar sem o celular.
A preocupação é reforçada pelo número crescente de crianças que estão tendo acesso ao celular, cada dia mais cedo. Em 2010, a pesquisa “TIC Crianças”, realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, apontava que 59% das crianças de 5 a 9 anos já utilizaram um celular. Três anos mais tarde, outra pesquisa, dessa vez do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação, mostrou que 65% das crianças até 9 anos já usavam celular e 14% tinham seu próprio aparelho.
Dois grandes institutos da América do Norte – Sociedade Canadense de Pediatria e Academia Americana de Pediatria – foram responsáveis por uma série de estudos aprofundados sobre o tema celular versus criança. As pesquisas concluíram que há danos caudados pelos eletrônicos em crianças de até 12 anos: problemas de desenvolvimento cerebral, obesidade, problemas relacionados ao sono, problemas emocionais, demência verbal, demência digital e emissão de radiação. Para saber detalhadamente os motivos, basta acessar o site da TecMundo (www.tecmundo.com.br) e pesquisar o artigo “Crianças não devem ter smartphones e tablets antes dos 12 anos”.

Cuidados necessários

Ainda que não haja definição ou consenso sobre a idade certa para se dar o celular ao filho – embora sugira-se a idade mínima de 10 anos -, especialistas recomendam cautela antes de entregar o aparelho aos pequenos. Em primeiro lugar, é necessário avaliar a necessidade real.
Havendo de fato necessidade, por questões de segurança, o uso deve ser monitorado e controlado, a começar pela conta. No site “Educar para crescer”, da Abril Educação, o artigo “Alô, alô, garotada” orienta os pais a optarem pelo celular pré-pago, e dar uma cota de 20 reais ao mês, se o filho tiver até 10 anos. Dos 10 aos 14 anos, podem-se acrescentar 10 reais a essa quantia e, a partir dos 14 anos, passar para 50 reais, valor máximo que um adolescente deveria gastar. A conta também pode ser paga com a mesada, estimulando a criança a controlar as chamadas e a administrar o dinheiro.
Outra advertência é não liberar a internet, deixando o celular apenas para ligações e aplicativos educativos. Do número de crianças que têm celular próprio, 9 em cada 10 crianças usam aparelhos para brincar com os joguinhos e 60% delas para ouvir música. Navegar na internet pode ficar restrito aos computadores em casa ou na escola, sob a supervisão dos adultos.
Um número cada vez maior de educadores, psicólogos e médicos tem manifestado a preocupação com os smartphones e celulares em mãos de crianças a partir de 3 anos. A possibilidade de usar a internet sem acompanhamento de um adulto aumenta bastante, expondo o menor a muitos riscos. O diálogo e a conversa franca são as melhores formas de mante a segurança dos filhos na navegação.

Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)








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Vocação: o que meu filho será quando crescer?

13:00 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma imagem com quatro jovens profissionais

Vocação: 

O que meu filho será quando crescer? 


Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)

Pensar no futuro dos filhos é natural a todos os pais, mas não é necessário se preocupar com as escolhas precoces, feitas ainda na infância.



Tanto as crianças quanto os jovens expressam os sonhos e os desejos, revelando aos pais o que almejam quando crescerem. Algumas vezes, essa opinião é fruto de atividades que lhes parecem mais prazerosas: a criança gosta de andar de carro e diz para os pais que será “motorista”; gosta de ajudar a mãe a cozinhar e diz que será “cozinheira”. Já na adolescência as opiniões vão mudando, sendo influenciadas por outros fatores. As variáveis que determinam uma profissão são muitas, mas uma coisa é certa: não é fácil identificar nos filhos o que eles serão no futuro. Da infância até à juventude, eles passam por diferentes fases, mudando de opinião.
Nesta entrevista, o psicólogo Fernando Zanluchi relata como funciona cada uma dessas fases e como os pais devem fazer para lidar com esse cenário. Zanluchi é especialista em Psicoterapia da Infância e da Adolescência e Mestre em Educação, autor do livro O brincar e o criar.

Maxi In Família: Como as crianças e os adolescentes se portam frente à escolha de profissão?

Zanluchi: Primeiramente, é preciso entender que o cérebro da criança muda a forma de pensar, por questões neurológicas, até por volta dos 12 anos. Analisando as principais teorias de desenvolvimento infantil, todas vão apresentar diferentes fases: de 0 a 2 anos, 2 a 5, 5 a 9 e assim por diante até à adolescência. Na infância, as escolhas são ainda muito lúdicas, ou seja, a profissão que desejam é aquela que parece ser mais legal, mais interessante ou mesmo engraçada. Outra característica é imitar os pais, tê-los como modelo e aceitar facilmente suas sugestões. Na adolescência, ocorre uma virada. O filho quer ser diferente dos pais. Isso acontece por que ele quer ser admirado e respeitado pelo que ele é. Se o adolescente apenas seguir o que os pais dizem, torna-se um clone psicológico, um “pau-mandado”, abre mão de sua individualidade e passa ser apenas uma cópia. Os pais precisam entender que essa rebeldia inicial nada mais é do que o adolescente tentando ser ele próprio, por isso tantos conflitos.

Maxi In Família: Como orientar os filhos em ambas as fases?

Zanluchi: Há uma regra básica. Em toda a conversa, os pais têm a tendência, por serem mais velhos e responsáveis, de chegar falando e impondo suas ideias diante da criança ou do adolescente. Acontece que isso tem um efeito contrário, pois o ideal é entrar na conversa como ouvinte. Então, quando se deseja conversar com o filho sobre qualquer assunto, inclusive sobre vocação, comece fazendo perguntas. Toda conversa deve começar primeiro com a disposição para ouvir, pois se você ouve inicialmente, abre a possibilidade de o outro também querer ouvir você. Por isso, é melhor se aproximar com uma pergunta: “Filho, por que você escolheu essa profissão?” ou “ Por que esse comportamento?”, pois se chegar com a resposta aos pais vão encontrar, a priori, uma barreira. A criança ou o adolescente vão se defender porque se sentiram invadidos.

Maxi In Família: Quando os pais devem se preocupar com a opinião dos filhos acerca da escolha profissional?

Zanluchi: O pai só deve se preocupar com as escolhas durante a infância ou a adolescência se houver uma fixação muito rígida, uma obsessão por alguma área muito esdrúxula, esquisita ou fora do contexto. Na infância, é natural que a criança mude de ideia, cada hora escolhendo uma profissão. Agora, se existe algo muito fixo, que perdura por toda a infância, é preciso entender quais as reais motivações que fazem a criança se fixar em uma ideia. O diálogo é o primeiro passo.

Maxi In Família: Antigamente, parece que os adolescentes ou jovens tinham mais convicção do que queriam ser na vida adulta. Isso procede?

Zanluchi: Há duas questões ai. Primeiro que, antes, o leque de opções era bem menor. O segundo ponto, que observamos, é que a adolescência tem começado cada vez mais cedo e acabado mais tarde. Então, as angústias e dúvidas acerca de o que ser e o que fazer no futuro se estendem por mais anos. O adolescente, em geral, termina o ensino Médio com 16 ou 17 anos e precisa escolher o que será pelo resto da vida. Nessa idade, o adolescente está com o desenvolvimento físico-orgânico acelerado, descobrindo-se na sexualidade, definindo seu lugar no grupo, entre outros fatores importantes. E no meio desse turbilhão, tem que parar e decidir a profissão de sua vida. É algo muito complicado. Eu, por exemplo, quando criança, dizia que seria agrônomo, pois gostava de visitar as fazendas dos parentes e andar a cavalo... Na adolescência isso mudou e passei a querer psicologia. Já atendi muitos adolescentes dizendo, claramente, que não querem passar no vestibular porque não têm certeza da escolha ou mesmo se estão prontos para a faculdade.

Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)








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Eleições 2014 - Sugestões de leitura.

10:00 Junior Lopes 0 Comentários

Eleições 2014

Eleições 2014. 

Duas sugestões de leitura para antes do voto. 



Informação nunca é demais, principalmente em época de eleições...
Confira aqui duas sugestões de leitura para pensar uma última vez antes de votar.



A primeira sugestão é o texto "Falácias eleitorais", do colunista da Folha de S. Paulo, Hélio Schwartsman:
Ao definir seu voto, a primeira pergunta que o eleitor tem de responder é "estou disposto a mandar os atuais governantes para casa?". Se a resposta é afirmativa, surge a segunda questão: "a alternativa que se coloca é satisfatória?". Clique aqui para continuar lendo...

A segunda sugestão é o texto "Falhas na representação parlamentar", do cientista político Sergio Fausto, também publicado na Folha de S. Paulo:
Passa despercebido como as eleições para deputado estadual e federal afetam as percepções do eleitor sobre os partidos, o sistema político e a política em geral. Tampouco se dá a devida atenção à relevância dessas eleições para a seleção das lideranças políticas. Clique aqui para continuar lendo...


Último recado para meus alunos eleitores que votarão pela primeira vez: pense, pense, pense... depois pense novamente, repense e só depois confirme seu voto!


Abraço!





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Ambiente familiar: mais estímulo para os estudos!

13:00 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem a foto de uma criança estudando.

Ambiente familiar: 

Mais estímulo para os estudos. 


Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)

Crianças estudam melhor, em casa, quando têm local apropriado para os estudos, como mesa, cadeira e iluminação corretas, e quando os pais acompanham a tarefa e estabelecem rotinas.



Para muitos estudantes, a tarefa de casa e o estudo para as provas são um desafio à parte. Sozinhos e no ambiente familiar, onde há inúmeros estímulos distrativos, as crianças e os adolescentes podem manifestar dificuldades na hora de se concentrar e fazer as lições da escola. Para auxiliar nessa importante atividade escolar, os pais precisam atentar para dois elementos de extrema relevância: a adequação do ambiente e a rotina.
“A aprendizagem não é desenvolvida num vácuo” afirme Maurício Peixoto, líder do Grupo de Aprendizagem e Cognição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no artigo Como construir um ambiente ideal de estudos. Para Peixoto, a iluminação, a ventilação, os ruídos e as cores podem colocar em xeque-mate a concentração e, consequentemente, a produtividade dos estudos.
Fernando Becker, professor de Psicologia da Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), partilha da opinião de Peixoto e garante que o simples cuidado com a escolha do local de estudo pode influenciar diretamente o rendimento e fazer toda a diferença: “Ambientes escuros, frios ou barulhentos causam desconfortos físicos, que geram estresse ao organismo humano e não favorecem o funcionamento do cérebro. Minimizam ainda o período de produtividade e antecipam o estado de fadiga”.

Dicas importantes

Embora não haja regras para se criar um ambiente ideal, até porque cada estudante tem características próprias, algumas dicas são importantes de serem seguidas pelos pais, quando a questão é estimular o estudo dos filhos:
  • Escolha um local com boa iluminação natural ou boa luminária.
  • Disponibilize para seu filho mesa de estudos adequada à altura dele, assim como cadeira ajustável, com bom encosto, permitindo que os pés fiquem apoiados no chão.
  • Na infância, evite cadeiras giratórias, pois levam a criança a se distrair.
  • Posicione a mesa de estudos num ambiente silencioso, no quarto ou no escritório da casa (se houver). Evite a sala de TV ou de jantar, caso outras pessoas circulem pelo local.
  • Evite barulhos externos como televisão ou som ligado.
  • Quando forem receber visitas em casa, programem o horário de tarefa do seu filho, para que não coincida com a permanência dos convidados. A criança não se concentra quando há pessoas de fora em casa.
  • Não deixe seu filho fazer tarefa no chão, deitado ou sobre a mesa de centro, na sala de TV, por exemplo.
  • Deixe próximo do seu filho um copo de água, lembrando-o de que não é necessário levantar em razão da sede.
Segundo Leo Gonçalves, coordenador do Editorial do Maxi, além dos cuidados com o ambiente físico apropriado a estudos, há outras iniciativas importantes: “É relevante que a família esteja atenta para que as experiências estudantis no ambiente doméstico tenham qualidade cognitiva e qualidade afetiva. Para isso, ‘reinventar’ os ambientes pode ser uma boa estratégia para enriquecê-los de propósitos educativos. Como? Criando cantos com materiais concretos, no caso de crianças com idade para educação Infantil, com revistas para realização de recorte e colagem, cola, papéis, lápis de cor; ‘esquecendo’ um bom livro num braço de sofá da sala; disponibilizando uma revista interessante na cabeceira da cama do estudante. Atitudes simples como essas contribuem muito para o desenvolvimento da criança e do jovem na vida estudantil”, explica Leo.
Outro elemento determinante é a rotina de estudos. Os pais devem supervisionar a tarefa dos filhos (não significa fazer ou dar respostas prontas) e estabelecer horários para a realização das diversas atividades que a criança cumprirá diariamente: distribuição dos horários para os estudos (horário para ir à escola e para estudar em casa) e para outras atividades, como brincar, fazer refeições, tomar banho e dormir.
Infelizmente, alguns pais, em vez de observarem tais aspectos, acabam punindo a criança por não fazer a tarefa ou não estudar como deveria. A punição gera na criança medo, ansiedade e culpa, elementos que pouco favorecem a motivação para os estudos. O artigo Como os pais devem favorecer o desempenho das crianças, do Instituto Innove, oriente: “Para que os filhos apresentem os comportamentos esperados pelos pais, a coerção deve ser substituída pelo uso de reforço positivo. Os pais que trocaram o sistema aversivo pelo sistema de incentivo obtiveram melhores resultados na evolução da vida e na satisfação de seus filhos”.

Esta matéria foi integralmente reproduzida da publicação Maxi In Família do Sistema Maxi de Ensino (Ano 4, Número 7, Setembro de 2014)








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Eleições 2014 - Bertolt Brecht.

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Eleições 2014 - Bertolt Brecht

Bertolt Brecht

Sempre atual...


Se você odeia política, este texto é para você... só não se sinta ofendido, apenas reflita!

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