Prova de História - 9º ano D - 1º bimestre - com gabarito

17:00 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma charge da Política do Café com Leite

Prova de História

9º ano D - 1º bimestre


Colégio Olavo Bilac


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Gabarito:

Exercício 1:
Alternativa D

Exercício 2:
a) Prática adotada durante a República Oligárquica, que consistia no controle do poder político, por meio do abuso de autoridade ou da compra de votos, favorecida pelo voto aberto estabelecido na Constituição de 1891.

b) Região controlada politicamente por coronéis na qual estes, por meio da coerção, garantiam votos aos candidatos impostos por eles.

c) Prática adotada geralmente por grandes fazendeiros (coronéis), que consistia no domínio político da população na região de seu domínio. Isso se dava por meio da violência e da troca de favores, garantindo a manutenção das famílias tradicionais no poder por meio do voto aberto.

Exercício 3:
a) Política do café com leite.
b) Prática adotada pelas oligarquias paulista e mineira para garantir a manutenção do poder federal entre esses dois grupos políticos, que geralmente apoiavam um mesmo candidato, fazendo prevalecer seus interesses, deixando as outras oligarquias de fora do 'jogo político' federal.

Exercício 4:
O fragmento de texto pode ser comparado com o voto de cabresto. A justificativa fica a critério do aluno, mas deve tentar associar a pressão miliciana feita aos eleitores do Rio de Janeiro com a prática do voto de cabresto que pressionava os eleitores por meio, por exemplo, da violência.

Exercício 5:
a) Movimento Operário.
b) Guerra de Canudos.
c) Revolta da Chibata.
d) Cangaço.
e) Guerra do Contestado.
f) Revolta da Vacina

Exercício 6:
Resposta pessoal do aluno, que deve informar qual foi o trabalho apresentado por ele em sala e discorrer sobre o mesmo.





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Um abraço do professor Júnior!

Prova de História - 9º ano A - 1º bimestre - com gabarito

17:00 Junior Lopes 1 Comentários

Prova de História

Prova de História

9º ano A - 1º bimestre


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50 anos do golpe de 1964 em 50 links de qualidade.

22:09 Junior Lopes 5 Comentários

Aqui tem uma foto...


Para lembrar os 50 anos do Golpe de 1964 

Lista com 50 links de qualidade que abordam o assunto





O ano de 2014 é repleto de efemérides e uma das mais importantes aqui no Brasil é a do dia 31 de março, quando lembramos o golpe que pôs fim ao período democrático e deu início à ditadura militar.
Para não fugir à regra, listo aqui 50 links (links de qualidade!) que, de uma maneira ou de outra, tratam do assunto. Tem de tudo: acervos, listas, entrevistas, especiais, documentários, quadrinhos, cronologias, dossiês... ´
Se você é aluno, certamente encontrará material para aquela pesquisa que seu professor de História pediu.
Se você é professor, fontes não faltam para enriquecer suas aulas.
Se você é curioso, satisfaça sua curiosidade.
Para acessar, basta clicar sobre o link desejado.
Se encontrar algum link quebrado, por favor, vá até o final da postagem e deixe comentário informando qual link apresentou problema.

  1. 10 fatos antes e depois do golpe - Último Segundo
  2. 50 anos do golpe - O Globo
  3. A ditadura em quadrinhos, na Folhinha
  4. Brasil: Nunca Mais Digit@l - "Um projeto pela memória, verdade e justiça"
  5. Brasilianas - Programa especial com Saturnino Braga - TV Brasil
  6. Central Sindical e Popular - Matérias relacionadas "50 anos do golpe militar"
  7. Correio do Povo - Cronologia do Golpe
  8. Documentário em vídeos - Veja
  9. Dossiê Globo News
  10. Dossiê Marxismo 21
  11. Dossiê Revista de História
  12. Entrevista com Rosa Cardoso, coordenadora da Comissão Nacional da Verdade - TV Carta Maior
  13. Especial - A Notícia
  14. Especial - BBC Brasil
  15. Especial - Cândido - Jornal da Biblioteca Pública do Paraná
  16. Especial - Carta Capital
  17. Especial - CBN
  18. Especial - CMI-Brasil
  19. Especial - Correio Popular
  20. Especial - Diário da Região
  21. Especial - EBC
  22. Especial - Estadão
  23. Especial - Folha de S. Paulo
  24. Especial - Gazeta do Povo
  25. Especial - Jovem Pan
  26. Especial - Nossa Voz / UNE
  27. Especial - Rádio UFMG Educativa
  28. Especial - Rede Brasil Atual
  29. Especial - Revista Brasileiros
  30. Especial - Revista Nova Escola
  31. Especial - Senado Federal
  32. Especial - Tribuna de Minas
  33. Especial - Última Instância
  34. Especial - UOL Notícias
  35. Especial 1964 - Veja
  36. Especial Ditabranda - Defesanet
  37. Fatos marcantes da história do Brasil nas décadas de 60 a 80 - Câmara dos Deputados
  38. Memórias da ditadura - Especial Caminhos da Reportagem - TV Brasil
  39. Memórias da ditadura - Jornal GGN
  40. Memórias do regime militar - Veja
  41. Memórias Reveladas - Centro de referência das lutas políticas no Brasil (1964-1985)
  42. Mulheres em luta - Especial GNT
  43. O dia que durou 21 anos - Documentário de Camilo Galli
  44. O golpe 50 anos depois - O Povo
  45. Passando a limpo os 50 anos do golpe militar - Notícias do Dia
  46. Pátria Armada - Série especial - Jornal da Cultura
  47. Principais notícias - tag 50 anos do golpe - Último Segundo
  48. Revista Coletiva
  49. STF - Entrevista com o ministro Sepúlveda Pertence
  50. Sul 21 - Os 50 anos do golpe de 64 e os filhotes da ditadura









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Feudos em maquetes - 7º ano/2014 - Colégio Olavo Bilac.

23:56 Junior Lopes 20 Comentários

Aqui tem uma foto da turma que fez as maquetes
Este é o 7º D do Colégio Olavo Bilac, em Ibiporã


Os alunos do 7º D realizaram trabalho em maquetes demonstrando os feudos medievais. 

Maquetes - feudos. 


Colégio Olavo Bilac



Os alunos do 7º ano D do Colégio Olavo Bilac, em Ibiporã, pediram um trabalho com maquetes. Como estávamos estudando o feudalismo, foi este mesmo o tema. Inicialmente eu não queria um trabalho de maquetes, mas diante de tanta insistência, acabei cedendo, e o resultado...... ficou além das expectativas. Todos estão de parabéns! Confira no álbum de fotos abaixo:


Maquetes - 7º Ano D




Clique aqui e veja outras postagens no blog com trabalhos sobre maquetes.




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Prova de História - 6º ano - 1º bimestre - com gabarito

11:45 Junior Lopes 18 Comentários

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6º ano - 1º bimestre


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18 comentários:

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Prova de História - 8º ano - 1º bimestre - com gabarito

10:45 Junior Lopes 4 Comentários

Prova de História


Prova de História

8º ano - 1º bimestre


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Gabarito:

Exercício 1a:
(B) Artesanato: Processo de produção no qual geralmente uma pessoa é responsável por todas as etapas de feitio do produto, sem utilização de máquinas.

(C) Manufatura: Processo de produção no qual utiliza-se ferramentas e o processo produtivo é dividido em etapas, ainda sem a utilização de máquinas.

(A) Maquinofatura: Processo de produção no qual as etapas do trabalho sofrem a interferência de máquinas.

Exercício 1b:
O aluno pode citar o acúmulo de capitais obtido por meio de práticas como o tráfico negreiro, a pirataria legitimada por parte do governo, a conquista de mercado consumidores, as melhorias nas técnicas de produção, a implantação do Estado liberal burguês, a prática dos cercamentos.

Exercício 1c:
Entre as diversas consequências, o aluno pode citar o fortalecimento do poder burguês, o surgimento do proletariado, o nascimento dos sindicatos, a urbanização, o avanço das técnicas produtivas.

Exercício 2:

Alternativa C

Exercício 3:

O aluno deve citar que o Bloqueio Continental foi uma estratégia adotada por Napoleão com o objetivo de tentar derrubar a Inglaterra economicamente, já que não conseguia derrotá-la militarmente. Tratava-se basicamente na proibição dos países continentais em estabelecerem comércio com os ingleses.

Exercício 4:
Alternativa B

Exercício 5:
Alternativa C.

Exercício 6:
Alternativa B.

Exercício 7:
(F)
(V)
(F)
(F)
(F)
(V)

Exercício 8:
Alternativa E.

Exercício 9:
Alternativa D.

Exercício 10:
A resposta depende da escolha do aluno. Optando por Portugal, o aluno deve explicar quais eram as opções do príncipe regente português D. João e quais foram os desfechos de tal processo. Optando pela Rússia, o aluno deve comentar sobre a grandiosidade do ataque francês e de seu fracasso diante dos russos.


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Prova de História - 7º ano - 1º bimestre - com gabarito

10:00 Junior Lopes 1 Comentários

Prova de História


Prova de História

7º ano - 1º bimestre


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Gabarito:

Exercício 1:
(F)
(V)
(V)
(V)

Exercício 2:
A técnica era a rotação trienal. O aluno deve representar tal técnica com um desenho livre, desde que seja relacionado ao assunto.

Exercício 3a:
O aluno deve deixar claro que entendeu que o feudalismo foi um conjunto de práticas econômicas, políticas e sociais utilizado durante a Idade Média na Europa Ocidental, baseado na ruralização da sociedade, na agricultura e na descentralização do poder, envolvendo as relações interpessoais.

Exercício 3b:

Guerreava: Nobres
Trabalhava: Servos
Orava: Clero

Exercício 4:

Alternativa A

Exercício 5:
Espera-se que o aluno cite três das práticas abaixo (clique na imagem para ampliá-la):
Aqui tem uma imagem com práticas de prevenção à dengue


Exercício 6:
Alternativa B

Exercício 7:
Alternativa C

Exercício 8:
Eram as pessoas que iam contra os dogmas da igreja, ou seja, que tinha idéias que iam contra as normas que a igreja católica pregava.

Exercício 9:
Basicamente o aluno deve responder que o Santo Ofício da Inquisição era um órgão da igreja que tinha a função de perseguir, julgar, castigar e condenar os hereges.

Exercício 10:
Alternativa D

Exercício 11:
O aluno deve demonstrar que compreendeu o processo que levou a um dos conflitos entre ingleses e franceses no período citado. Com a morte de Carlos IV, a falta de herdeiros diretos colocou a sucessão do trono sob disputa entre Felipe de Valois e Eduardo III, rei da Inglaterra. A Lei Sálica impedia este último de assumir o trono, sendo coroado assim, Felipe de Valois, como Felipe VI. Tal decisão deu início ao conflito.

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Prova de História - 9º ano - 1º bimestre - com gabarito

08:55 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História


Prova de História

9º ano - 1º bimestre


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Gabarito:

Exercício 1:
O aluno deve demonstrar que compreendeu que essa primeira fase da Grande Guerra foi marcada por massivos ataques alemães, principalmente contra a França. A partir da Bélgica, os alemães marcharam sobre a França, rumo a Paris.


Exercício 2:
Com o fracasso da Guerra de Movimentos, teve início a Guerra de Trincheiras, nas quais os soldados não avançavam, escondiam-se em trincheiras aguardando o ataque inimigo. As trincheiras eram fossos de quilômetros de extensão nos quais os soldados posicionavam-se. A imobilidade das trincheiras permitiu que os alemães atacassem a frente oriental, fazendo os russos recuarem.


Exercício 3
É um conceito que se refere a uma guerra de alcance ilimitado, na qual as partes envolvidas mobilizam recursos humanos, industriais, agrícolas, militares e tecnológicos, atacando estrategicamente de diversas maneiras, seja por terra, água ou ar, na tentativa de levar o inimigo à derrota.


Exercício 4:

Alternativa D

Exercício 5:

(A)       (E)       (A)
(E)       (A)       (E)

Exercício 6:
Alternativa B

Exercício 7:
Alternativa C

Exercício 8:
Alternativa B

Exercício 9:
O aluno pode citar qualquer situação russa que antecedeu a Revolução, como por exemplo o autoritarismo czarista, o grande fosso social entre a nobreza e a população, crise econômica, baixa industrialização e péssimas condições trabalhistas, descontentamento da burguesia com a postura centralizadora do czar, entre outros.

Exercício 10:
Com a morte de Lênin, em 1924, abriu-se a disputa pelo poder entre Stalin e Trotski, pautados pela divisão ideológica sobre a condução da Revolução. Para Trotski, a revolução deveria ser permanente e multiplicada pelo mundo, já para Stalin, a revolução deveria se consolidar e depois construir o socialismo no mundo, de preferência sob o comando da URSS. Como chefe do Partido Comunista e controlador da máquina administrativa, Stalin vence a disputa e dá início ao processo de expulsão de Trotski e seus seguidores, com prisões, exílios e execuções.

Exercício 11:
Resposta pessoal do aluno, desde que não fuja do que foi pedido no enunciado.



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Prova de História - 8º ano B e C - 1º bimestre - com gabarito

17:00 Junior Lopes 6 Comentários

Montesquieu

Prova de História

8º ano B e C - 1º bimestre


Colégio Olavo Bilac


Clique aqui para fazer o download da prova. ATENÇÃO: as provas do 8º B e C são iguais, portanto não se importe com o cabeçalho.
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Gabarito:

Exercício 1:
Primeiro Estado: a ordem do clero, composto por membros da igreja, dividida em alto clero e baixo clero.
Segundo Estado: a ordem da nobreza, compartilhava com o rei o controle político do país, dividida em nobreza cortesã, nobreza provincial, nobreza togada.
Terceiro Estado: composto por aqueles que não possuíam privilégios, as camadas populares principalmente, formadas por trabalhadores rurais e urbanos, além da baixa burguesia e da alta burguesia.

Exercício 2a:
O Antigo Regime

Exercício 2b:
Ao rei

Exercício 2c:
O Iluminismo

Exercício 2c:
Legislativo: vereadores, deputados estaduais e federais, senadores.
Executivo: prefeitos, governadores e presidente.
Judiciário: são órgãos do Poder Judiciário o Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), além dos Tribunais Regionais Federais (TRF), Tribunais e Juízes do Trabalho, Tribunais e Juízes Eleitorais, Tribunais e Juízes Militares e os Tribunais e Juízes dos estados e do Distrito Federal e Territórios (www.brasil.gov.br/governo/2009/11/poder-judiciario).

Exercício 3:
Movimento intelectual que se desenvolveu na Europa do século XVIII e que exerceu e ainda exerce, enorme influência na forma como se compreende a política, a sociedade e a religião. Suas ideias liberais influenciaram diretamente na política ao se posicionarem contra o absolutismo, e na economia ao se posicionarem contra o mercantilismo.

Exercício 4:
Alternativa D

Exercício 5:
Alternativa C

Exercício 6:
Guerra dos Sete Anos

Exercício 7:
O aluno deve descrever, da melhor maneira possível, como se deu o processo de independência, desde a Guerra dos Sete Anos, passando pela leis impostas à colônia, o Boston Tea Party, os Congressos da Filadélfia, a Declaração de Independência, os conflitos armados e, finalmente, o reconhecimento por parte da Inglaterra.

Exercício 8:
(3)
(2)
(1)

Exercício 9:
Alternativa C

Exercício 10a:
Estados Unidos da América

Exercício 10b:
São 50 e representam os 50 estados estadunidenses.

Exercício 10c:
São 13 e representam as 13 colônias que deram início aos Estados Unidos da América



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Sistema Solar: Programas e aplicativos

00:15 Junior Lopes 0 Comentários

Sistema Solar


A tecnologia auxilia nas aulas de Geografia

Programas e aplicativos úteis


Na hora da aula, prender a atenção dos alunos é uma das tarefas mais difíceis para o professor. Em Geografia, quando estudamos nosso Sistema Solar, podemos contar com a ajuda da tecnologia para esta tarefa. Alguns programas para o PC e aplicativos para Android servem como ferramentas extras na sala de aula e ainda atraem a atenção dos alunos. Confira abaixo:

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Colabore com a memória de Sertanópolis.

01:26 Junior Lopes 3 Comentários

Página 'Prefeitos de Sertanópolis' no Facebook

Memória. 

Ajude a manter e divulgar a memória de Sertanópolis. 


Colégio Construindo o Saber. 


Seguindo o exemplo de anos anteriores, em 2013 os alunos do Colégio Construindo o Saber realizaram pesquisas relacionadas aos prefeitos de Sertanópolis para a disciplina de História do professor Júnior. O resultado foi uma página no Facebook que você pode conferir clicando aqui.
Para manter a página, resolvemos atualizá-la com contribuições enviadas por interessados em ver a memória do município divulgada.


A última contribuição foi enviada por Ana Maria Lopes, uma foto do prefeito Domingos Gonçalves de Paula Filho, de 1959, como você pode conferir logo abaixo.

Se você também quer enviar sua contribuição, entre em contato deixando um comentário ao final desta postagem ou na própria página Prefeitos de Sertanópolis.

Mantenha viva a História do seu município, colabore!








Trabalho de História

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Transgênicos.

00:24 Junior Lopes 7 Comentários

Aqui tem uma foto do Artur explicando sobre transgênico. www.professorjunioronline.com


Transgênicos

O aluno Artur, do 7ºano do Colégio Construindo o Saber, deu uma excelente explicação sobre Transgênicos


Colégio Construindo o Saber


Quando apareceu o tema Transgênicos em nossa apostila de Geografia, sabendo da paixão do Artur pelos temas relacionados à agricultura, não pensei duas vezes em perguntar se ele se interessava em pesquisar sobre o assunto. Ele nem piscou, respondeu rápido que faria a pesquisa e apresentaria na próxima aula.
Sinceramente, conhecendo o Artur como conheço, sabia que ele traria tudo certinho, mas não imaginava que ele daria uma verdadeira aula sobre o assunto, com direito a vídeos, amostras de plantas e de embalagens que indicavam o uso de transgênicos.
Fiquei admirado! Ele explicou tudo certinho, sem falas decoradas, demonstrando que realmente pesquisou e ficou por dentro do assunto.

Posso dizer que eu não faria melhor, Artur. Você está de parabéns! Todos nós gostamos das suas explicações e saímos sem nenhuma dúvida (isso mesmo! o Artur não deixou pergunta sem resposta, esclarecendo tudo aos seus amigos de sala).

E depois de todas as explicações, ainda mandou um texto para ser postado aqui no blog.

Ufa! Foi bastante coisa!

Você pode conferir como foi a aula do Artur, clicando aqui ou na imagem abaixo para ver o álbum de fotos. Além disso, não deixe de conferir, logo abaixo do álbum, o texto enviado por ele.

Aqui tem uma foto do Artur


Essas folhas foram as informações que me baseei para dar minha 1ª "aula".

Trangênicos


A Transgenia existe tanto em animais como em vegetais.

Transgenia nos vegetais:

Conceitos:
*PLANTAS CONVENCIONAIS: Aquelas que a natureza produz sem a interferência do homen.
*PLANTAS TRANGÊNICAS: Aquelas geneticamente modificadas pelo homem, trazendo algumas características interessantes, como aumento de produtividade, resistência à seca, controle de lagartas e ervas daninhas.
*Todo agricultor que for cultivar plantas transgênicas tem que seguir determinadas normas (legislação). Estas culturas são vistoriadas pelos técnicos da Secretaria da Agricultura e Ministério da Agricultura sob pena de multa e destruição da cultura se não forem cumpridas as normas.
*Exemplo: Na soja transgênica o agricultor terá que plantar no mínimo 20% da sua área do imóvel com planta convencional (área de refúgio).
*Todo produto proveniente de lavoura transgênica terá que ser identificado com o simbolo de Transgênico. No supermercado os alimentos transgênicos também são identificados com o mesmo símbolo.
*Os cientistas têm como objetivo, com esta tecnologia, aumentar a produtividade e agredir menos o meio ambiente, pois será necessário menos aplicação de agrotóxico.
*Algumas pessoas acreditam que esta tecnologia é contra Deus porque o homem interfere no desenvolvimento natural. Acreditam que mais tarde trará consequências desastrosas. Meu pai comentou com os pesquisadores da Monsanto sobre o assunto e eles disseram que se houvesse algum malefício à população e ao meio ambiente, interromperiam esta tecnologia pois eles também têm família.
*Alguns exemplos de transgenia vegetal:
SOJA INTACTA, descoberta nos EUA. Como a lagarta não é problema para os agricultores americanos, a Monsanto desenvolveu esta tecnologia para o Brasil, porque a lagarta aqui é o principal problema para o agricultor brasileiro. Ocorre um aumento de 15% na produtividade e não é necessário nenhuma aplicação para o controle de lagartas.
Outro exemplo interessante é o algodão transgênico que se desenvolve com as fibras coloridas, favorecendo a indústria têxtil que dispensa o uso de corantes.
MILHO POWER CORE, ocorre o controle das lagartas do cartucho. E podendo aplicar Glifosato no controle das ervas daninhas.




Trabalho de Geografia

7 comentários:

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Ferramentas São Roque.

20:56 Junior Lopes 2 Comentários

Aqui tem uma imagem da fachada da empresa Ferramentas São Roque


Visita dos alunos do 8º ano à Ferramentas São Roque. 

O trabalho foi realizado pelos alunos Arthur, Augusto e Thiago Henrique. 


Colégio Construindo o Saber

Confira o texto dos alunos:


Perguntas: 


1. Quando a empresa foi criada?
R: Em 2002.

2. Quais os produtos que a empresa produz?
R: Uma parte da empresa é de metalurgia e a outra de cutelaria.

3. Qual o produto que traz mais rentabilidade?
R: Facão.

4. Quantos funcionários trabalham na empresa?
R: Dez no total.

5. Já ocorreram acidentes na fábrica? Como ocorreu, e quais providências foram tomadas?
R: Já ocorreu, o operário se cortou e foi encaminhado para o hospital.


6. O que é mais utilizado, mão de obra humana ou máquinas?
R: Maquina, mais mesmo assim é necessário alguém que as opere.

7. Qual é a época que a empresa lucra mais?
R: No segundo semestre.

8. Quantos modelos vocês produzem?
Facão, só que em oito modelos diferentes com diversos tamanhos e formas.

9. Qual são a produção e o lucro semanal?
R: O lucro de cada facão é em torno de 10 á 12%. Por dia é possível produzir entre 1000 a 2000 facões, mas para isso é necessário que seja contratado mais funcionários com bastante habilidade de produção.

10. A empresa exige alguma especialização para trabalhar aqui?
R: O funcionário tem que ter pelo menos o 1° grau, para poder entender as instruções não só das máquinas que vai operar, mas também as normas de segurança do trabalho. Algumas máquinas são específicas para a produção do facão, assim é necessário que este aprendizado seja na própria empresa.

11. Sua empresa utiliza materiais recicláveis? O que ela faz com os dejetos?
R: Sim. Os dejetos são vendidos para ferros velhos onde são vendidos novamente para a siderúrgica onde viram aço de novo.

12. Quais são os processos produtivos até o produto final? E qual é o tempo de produção?
R: Vamos considerar que a matéria prima e os suprimentos já estejam na empresa. O aço será cortado na guilhotina, depois vai para as prensas excêntricas para serem estampados, serão retiradas as rebarbas da estampa, logo após vai para o forno de têmpera e revestimento, afiação ,depois será feito o cabo que será fixado na lamina.
O processo de fabricação é feito por etapas, hoje a lâmina é cortada, amanhã só é retirada a rebarba, e assim por diante. Quando se fazia muito facão para corte de cana para as usinas, que o número de funcionários era maior, o processo de fabricação era diferente, tinha funcionários que só cortavam e prensavam, outros que só amolava, etc.
No final de uma semana produzindo facões podemos dizer que um facão leva em media para ser produzido entre 10 a 15 minutos.

13. Quais máquinas são utilizadas e quais são suas funções?
R: É usada a guilhotina, prensa, lixadeiras para remoção de rebarbas, têmpera, revestimento, fiação, gravação da marca, colocação do cabo.

14. A impressa planeja investir mais ainda mais nas máquinas?
R: Não no momento.

15. Nós estamos estudando o surgimento das máquinas. A empresa existiria sem a mão de obra das máquinas?
R: Não, o processo produtivo ficaria muito lento, inviabilizando a empresa.

16. A empresa é viável só com o trabalho manual?
Não, porque necessitaria de muitos trabalhadores e não valeria a pena.

17. Qual é a matéria prima utilizada?
Aço carbono 1070.


Confira o texto final:


A empresa que fomos visitar, como muitas outras, não seria viável sem as máquinas, porque necessitaria de muitos funcionários e a produtividade seria menor.

As máquinas foram realmente um grande avanço, porque o que antes era um número muito grande de funcionários agora é só o necessário para operar as máquinas, como por exemplo, a empresa que entrevistamos, que por sua vez só tem dez funcionários.

O processo para produzir um facão é muito complexo, e demoraria muito para ser produzido manualmente, pois há vários processos: primeiro o aço será cortado, depois prensado, será retirado a rebarba, irá para o forno, será afiado, e por fim será feito o cabo de madeira ,que será fixado na lâmina. Se tudo isso fosse feito manualmente levaria muito tempo e fazendo o mesmo processo com as máquinas leva somente cerca de dez a quinze minutos.

Com o avanço tecnológico hoje é possível fazer mais de mil facões em um dia, o que seria praticamente impossível antes da revolução industrial.


Trabalho de História
Trabalho de Geografia

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Um abraço do professor Júnior!

Revolução Americana - A independência das 13 colônias norte americanas.

01:07 Junior Lopes 40 Comentários

Aqui tem uma imagem da obra de John Trumbull
Declaração de Independência, John Trumbull, 1819 - Óleo sobre tela. 


Ilustrações feitas com base na Revolução Americana. 

Trabalho realizado pelos alunos do 8º ano C. 


Colégio Olavo Bilac


A ideia partiu dos próprios alunos, que queriam criar um mangá sobre algum conteúdo de História do 8º ano. No entanto, nem todos tinham as mesmas habilidades para o desenho, então optamos por uma ilustração. O assunto escolhido foi a independência das treze colônias inglesas da América do Norte.
Primeiramente nós vimos em sala o que foi tal revolução, debatemos o assunto, esclarecemos as principais dúvidas e, finalmente, dividimos os acontecimentos em diversas partes, uma para cada aluno.
Os desenhos foram feitos em sulfite e depois digitalizados em formato de uma revista. Cada aluno recebeu um exemplar, outro, um pouco maior, ficou exposto no colégio e foi criado também uma versão digital. Como alguns alunos faltaram nos dias de realização da atividade, alguns pontos do processo ficaram de fora, mesmo assim o trabalho ficou muito bom.


Todos os alunos estão de parabéns!

Para conferir como ficou o trabalho, clique no link ou na imagem abaixo:


A Revolução Americana






Trabalho de História

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Maquetes Feudos - 7º ano/2014.

23:53 Junior Lopes 23 Comentários

Aqui tem uma foto das maquetes do 8º ano.


Trabalhos sobre o feudalismo feitos pelos alunos do 7º ano. 

Maquetes - feudos. 


Colégio Construindo o Saber



Todo ano é assim... sempre tem uma turma querendo fazer maquetes. Os alunos adoram! Em 2012 o 7º ano também optou por fazer maquetes sobre feudos (clique aqui para ver como ficaram).
Este ano, a turma do 7º ano escolheu o mesmo tema e quando viram as maquetes dos alunos de 2012, se empenharam em superá-los.
O resultado você pode conferir clicando no link abaixo. Para saber das dificuldades e como foram feitas as maquetes, confira os comentários logo ao final desta postagem. Aproveite e deixe também o seu comentário.


Aqui tem uma foto de maquetes sobre o feudalismo



Clique aqui e veja outras postagens no blog com trabalhos sobre maquetes.




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Biscoitos Tick Titos.

01:06 Junior Lopes 4 Comentários

Aqui tem uma foto da fachada da fábrica de biscoitos Tick Titos


Visita dos alunos do 8º ano à fábrica de biscoitos Tick Titos. 

O trabalho foi realizado pelas alunas Ana Laura, Isadora e Sofia. 


Colégio Construindo o Saber

Confira o texto das alunas:


O nosso trabalho é sobre a fábrica Tick Titos, fundada no dia 7 de julho de2007 por três irmãos Lucia, José e Rosangela.

A pessoa que nos atendeu e nos deu atenção para responder as nossas perguntas foi a Fabiane, que exerce o cargo de auxiliar administrativa desde quando a fábrica surgiu.


A fábrica produz 4 mil quilos de produtos por semana, entre eles quatro variedades de suspiros, cinco tipos diferentes de biscoitos, mais o de biscoito de palito, dois tipos de paçocas caseiras, arroz caramelizado e três novos lançamentos o pururuca, pão de queijo e pipoca doce. De todos esses, o mais vendido é o biscoito em formato de argolinha. A matéria prima utilizada para a fabricação do biscoito é o polvilho azedo, gordura, leite, ovo, sal, água. Além disso, o suspiro e a pipoca doce têm corantes na sua composição.

Para a produção de biscoitos é necessário passar por várias etapas como bater a massa, pinga-la na forma, assar e empacotar. Assim o biscoito estará pronto para ser vendido.

A fábrica que nós visitamos não é tão grande, mas possui oito máquinas e também utiliza mão de obra de 16 funcionários. Perguntamos para a Fabiane se o trabalho poderia ser feito sem as máquinas e ela nos disse que se não fosse pelas máquinas, provavelmente não seria possível existir a empresa . Os funcionários da fábrica usam equipamentos de segurança como fone de ouvido para proteger dos ruídos e luvas. Mesmo assim já aconteceram alguns acidentes na empresa, como uma queimadura leve. O funcionário foi levado imediatamente para o posto de saúde.

Os dejetos da fábrica são vendidos para alimentar os porcos.

Para uma pessoa trabalhar na fabrica é necessário saber lidar com os números e ter ensino fundamental.






Trabalho de História
Trabalho de Geografia

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Revolução Industrial - Trabalhos do 8º ano/2014.

00:50 Junior Lopes 2 Comentários

Aqui tem uma imagem....


Trabalhos relacionados ao conteúdo da Revolução industrial. 

Alunos do 8º ano/2014 - Colégio Construindo o Saber




Para finalizar nossos estudos sobre a Revolução Industrial, os alunos do 8º ano foram conhecer algumas indústrias de nossa cidade. Eles visitaram as indústrias, entrevistaram os responsáveis e registraram tudo em fotos.


O objetivo do trabalho era entender como evoluíram os processos produtivos e as relações de trabalho.
Confira se os objetivos foram atingidos clicando nos links dos trabalhos abaixo:





Trabalho de História
Trabalho de Geografia

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Moinho Globo.

00:20 Junior Lopes 6 Comentários

Aqui tem uma foto dos alunos no Moinho Globo.


Visita dos alunos do 8º ano ao Moinho Globo. 

O trabalho foi realizado pelos alunos Daniel, João Pedro e Rennan. 


Colégio Construindo o Saber

Confira o texto dos alunos:

                 
Entrevistado: WAGNER.
Função: técnico em segurança


Nós (Daniel, Rennan e João Pedro) visitamos o Moinho Globo no dia 11/03/14 e o Wagner nos respondeu uma série de perguntas sobre a produção de seus produtos e sobre a história da empresa. Leia a seguir as repostas que Wagner nos deu.


Ele nos falou sobre as máquinas e disse que existem aproximadamente 1000 máquinas na empresa e que a principal matéria prima é o Trigo. Cada funcionário tem seus equipamentos de segurança tais como: capacete com fone (protetor para os ouvidos), óculos e botina de borracha.

Já falando em máquinas e funcionários do Moinho Globo, o mesmo possui 180 funcionários diretos e 150 indiretos. Os diretos são contratados pelo próprio Moinho e os indiretos são contratados por empresas terceirizadas. Aproximadamente 70% do trabalho realizado na empresa é manual e somente 30% são as máquinas quem realizam.

Nós perguntamos se a empresa poderia existir sem as máquinas e ele nos disse que, se não houvesse máquinas, poderia ser utilizado o moinho de vento ou de água, mas com uma produção e lucro menores. Hoje, naquela empresa, as máquinas produzem cerca de 450 toneladas por dia e 3.100 toneladas por semana.

Cada funcionário tem sua função, como acontece na divisão social do trabalho. O Moinho Globo além de vender para o Brasil já vendeu para Angola.

O produto deles é produzido da seguinte maneira: o trigo é moído no moinho, daí ele é transformado em farinha, que é levada ao laboratório para verificar a qualidade do produto.

Quanto ao destino dos dejetos, o que sobra dos papeis são doados para uma cooperativa de reciclagem, enquanto que o que sobra de farinha é utilizado para consumo animal. Além disso, eles utilizam material sustentável para a manutenção da fábrica.

O tempo para moer o trigo (farinha) é de aproximadamente 20 a 30 minutos.

Falando em indústrias, máquinas e funcionários, nós aprendemos em nossas aulas que, com a Revolução Industrial, as indústrias passaram a utilizar mais máquinas e diminuiram a mão de obra, pois as máquinas realizam o trabalho de vários funcionários. Mas no Moinho Globo eles não desvalorizam funcionários pois os funcionários são quem representam a empresa.






Trabalho de História
Trabalho de Geografia

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Fósseis - Trabalhos 6º ano

22:33 Junior Lopes 30 Comentários

Aqui tem o desenho de um fóssil feito pela Ana Luiza
Desenho que ganhei da minha aluna Ana Luiza. 


Fóssil em âmbar. 

Fósseis falsos criados pelos alunos do 6º ano do Colégio Construindo o Saber. 


Colégio Construindo o Saber


ATENÇÃO
Se você não é professor e ainda é muito pequeno, peça ajuda para um adulto, senão você pode se queimar ou se cortar.

Como estamos estudando o conteúdo da pré-história, os alunos fizeram trabalhos relacionados a este período.
Primeiramente os alunos tiveram explicações do professor sobre fósseis, em seguida leram em sala textos relacionados ao assunto. Você pode ter acesso aos textos nos links abaixo:

Depois disso, discutimos brevemente os textos e os alunos organizaram as ideias principais no caderno.

Para encerrar, assistimos dois vídeos. Os links estão abaixo:





Após a parte teórica, os alunos colocaram a mão na massa, ou melhor, no sabonete, 'fabricando' um fóssil em âmbar (falso, é claro!). 

Definição de âmbar: "(...) é uma resina produzida por algumas árvores e que sofreu processos de fossilização ao longo de milhões de anos. Encerrando seres vivos no interior, contemporâneos à sua formação, o seu estudo tem desvendado segredos da vida primitiva."



Fóssil



Para criar nosso fóssil, nos baseamos no vídeo abaixo:


Seguindo a 'receita' do vídeo (obrigado ao Tuto Nerd!), utilizamos dois sabonetes glicerinados, um pote plástico, folhas de árvores e óleo para o corpo (mas também pode ser qualquer óleo vegetal).

O sabonete servirá para imitar o âmbar, que conserva os fósseis por milhões de anos.

Os alunos trouxeram os sabonetes de casa e utilizamos o microondas da escola.

Cortamos os sabonetes em fatias finas e levamos ao microondas em um recipiente plástico e colocamos uma tampa, deixando-o semi-aberto. (na verdade, para evitar que os alunos manuseassem facas e o forno, o professor foi responsável por esta etapa).
Deixamos por aproximadamente 1 minuto na potência alta.


Neste poto tivemos alguns problemas. Primeiro o sabonete. Em nosso trabalho, somente uma marca deu certo, que foi o sabonete de glicerina Granado - Bebê. Somente ele ficou na consistência que queríamos, sendo que alguns de outras marcas sequer derreteram.


Aqui tem a foto de um sabonete de Glicerina Granado - Bebê

Outro problema foi que alguns 'fósseis' ficaram mais translúcidos, enquanto outros ficaram mais opacos. Aparentemente, o problema está no tempo e na potência do microondas. Para que ele fique mais transparente, o ideal é deixar na potência 80 por 1 minuto e observar. Se ainda houver muitos pedaços, deixe por mais alguns segundos. O ideal é que fique uma substância quase transparente, se tiver poucos pedaços, mexa com uma colher.


Ao tirar do microondas, é preciso ser rápido! Por isso mesmo, o recipiente plástico que você vai despejar o sabonete precisa estar previamente preparado, ou seja, untado com o óleo. A folha também deve estar no jeito.
Aí então, com tudo no jeito, despeje uma fina camada do sabonete derretido no pote, coloque a folha e despeje o restante do sabonete.
Espere esfriar totalmente (se quiser e sua mãe não achar ruim, pode até colocar na geladeira) e, com muito cuidado, retire o seu fóssil do pote plástico.

Aqui tem uma imagem com link para o álbum de fotos
Esta é a turma que fez os fósseis...


No link abaixo tem uma sugestão de atividade diferente e bem legal também. Quem sabe utilizaremos no próximo ano.
http://chc.cienciahoje.uol.com.br/fossil-de-mentira-descoberta-de-verdade/


Clique aqui para ver outros trabalhos realizados pelos alunos do professor Júnior.




Abraço!

Trabalho de História

30 comentários:

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Discurso de João Goulart levou mais de 200 mil pessoas à Central do Brasil no Rio de Janeiro em 1964.

10:38 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma foto do Jango!
Foto: www.institutojoaogoulart.org.br


Discurso de Jango na Central do Brasil

Discurso para mais de 200 mil pessoas defendia reformas de base




Na sexta-feira, 13 de março de 1964, João Goulart defendeu reformas de base em um discurso na Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Dias depois o Brasil passou por um golpe militar que durou duas décadas.


Áudio da convocação para o comício transmitido pela Rádio Nacional.



Confira abaixo o discurso do presidente.

Devo agradecer em primeiro lugar às organizações promotoras deste comício, ao povo em geral e ao bravo povo carioca em particular, a realização, em praça pública, de tão entusiasta e calorosa manifestação. Agradeço aos sindicatos que mobilizaram os seus associados, dirigindo minha saudação a todos os brasileiros que, neste instante, mobilizados nos mais longínquos recantos deste país, me ouvem pela televisão e pelo rádio.
Dirijo-me a todos os brasileiros, não apenas aos que conseguiram adquirir instrução nas escolas, mas também aos milhões de irmãos nossos que dão ao brasil mais do que recebem, que pagam em sofrimento, em miséria, em privações, o direito de ser brasileiro e de trabalhar sol a sol para a grandeza deste país.
Presidente de 80 milhões de brasileiros, quero que minhas palavras sejam bem entendidas por todos os nossos patrícios.

Aqui estão os meus amigos trabalhadores, vencendo uma campanha de terror ideológico e sabotagem, cuidadosamente organizada para impedir ou perturbar a realização deste memorável encontro entre o povo e o seu presidente, na presença das mais significativas organizações operárias e lideranças populares deste país.
Chegou-se a proclamar, até, que esta concentração seria um ato atentatório ao regime democrático, como se no Brasil a reação ainda fosse a dona da democracia, e a proprietária das praças e das ruas. Desgraçada a democracia se tiver que ser defendida por tais democratas.
Democracia para esses democratas não é o regime da liberdade de reunião para o povo: o que eles querem é uma democracia de povo emudecido, amordaçado nos seus anseios e sufocado nas suas reinvindicações.
A democracia que eles desejam impingir-nos é a democracia antipovo, do anti-sindicato, da anti-reforma, ou seja, aquela que melhor atende aos interesses dos grupos a que eles servem ou representam.
A democracia que eles querem é a democracia para liquidar com a Petrobrás; é a democracia dos monopólios privados, nacionais e internacionais, é a democracia que luta contra os governos populares e que levou Getúlio Vargas ao supremo sacrifício.
Ainda ontem, eu afirmava, envolvido pelo calor do entusiasmo de milhares de trabalhadores no Arsenal da Marinha, que o que está ameaçando o regime democrático neste País não é o povo nas praças, não são os trabalhadores reunidos pacificamente para dizer de suas aspirações ou de sua solidariedade às grandes causas nacionais. Democracia é precisamente isso: o povo livre para manifestar-se, inclusive nas praças públicas, sem que daí possa resultar o mínimo de perigo à segurança das instituições.
Democracia é o que o meu governo vem procurando realizar, como é do seu dever, não só para interpretar os anseios populares, mas também conquistá-los pelos caminhos da legalidade, pelos caminhos do entendimento e da paz social.
Cerca de 200 mil pessoas se reuniram na Central do Brasil para ouvir o discurso de Jango em defesa das reformas de base (Arquivo Nacional / Correio da Manhã)
Não há ameaça mais séria à democracia do que desconhecer os direitos do povo; não há ameaça mais séria à democracia do que tentar estrangular a voz do povo e de seus legítimos líderes, fazendo calar as suas mais sentidas reinvindicações.
Estaríamos, sim, ameaçando o regime se nos mostrássemos surdos aos reclamos da Nação, que de norte a sul, de leste a oeste levanta o seu grande clamor pelas reformas de estrutura, sobretudo pela reforma agrária, que será como complemento da abolição do cativeiro para dezenas de milhões de brasileiros que vegetam no interior, em revoltantes condições de miséria.
Ameaça à democracia não é vir confraternizar com o povo na rua. Ameaça à democracia é empulhar o povo explorando seus sentimentos cristãos, mistificação de uma indústria do anticomunismo, pois tentar levar o povo a se insurgir contra os grandes e luminosos ensinamentos dos últimos Papas que informam notáveis pronunciamentos das mais expressivas figuras do episcopado brasileiro.
O inolvidável Papa João XXIII é quem nos ensina que a dignidade da pessoa humana exige normalmente como fundamento natural para a vida, o direito ao uso dos bens da terra, ao qual corresponde a obrigação fundamental de conceder uma propriedade privada a todos.
É dentro desta autêntica doutrina cristã que o governo brasileiro vem procurando situar a sua política social, particurlamente a que diz respeito à nossa realidade agrária.
O cristianismo nunca foi o escudo para os privilégios condenados pelos Santos Padres. Nem os rosários podem ser erguidos como armas contra os que reclamam a disseminação da propriedade privada da terra, ainda em mãos de uns poucos afortunados.
Àqueles que reclamam do Presidente de República uma palavra tranqüilizadora para a Nação, o que posso dizer-lhes é que só conquistaremos a paz social pela justiça social.
Perdem seu tempo os que temem que o governo passe a empreender uma ação subversiva na defesa de interesses políticos ou pessoais; como perdem igualmente o seu tempo os que esperam deste governo uma ação repressiva dirigida contra os interesses do povo. Ação repressiva, povo carioca, é a que o governo está praticando e vai amplia-la cada vez mais e mais implacavelmente, assim na Guanabara como em outros estados contra aqueles que especulam com as dificuldades do povo, contra os que exploram o povo e que sonegam gêneros alimentícios e jogam com seus preços.
Ainda ontem, trabalhadores e povo carioca, dentro da associações de cúpula de classes conservadoras, levanta-se a voz contra o Presidente pelo crime de defender o povo contra aqueles que o exploram nas ruas, em seus lares, movidos pela ganância.
Não tiram o sono as manifestações de protesto dos gananciosos, mascarados de frases patrióticas, mas que, na realidade, traduzem suas esperanças e seus propósitos de restabelecer a impunidade para suas atividades anti-sociais.
Não receio ser chamado de subversivo pelo fato de proclamar, e tenho proclamado e continuarei a proclamando em todos os recantos da Pátria – a necessidade da revisão da Constituição, que não atende mais aos anseios do povo e aos anseios do desenvolvimento desta Nação.
Essa Constituição é antiquada, porque legaliza uma estrutura sócio-econômica já superada, injusta e desumana; o povo quer que se amplie a democracia e que se ponha fim aos privilégios de uma minoria; que a propriedade da terra seja acessível a todos; que a todos seja facultado participar da vida política através do voto, podendo votar e ser votado; que se impeça a intervenção do poder econômico nos pleitos eleitorais e seja assegurada a representação de todas as correntes políticas, sem quaisquer discriminações religiosas ou ideológicas.
Todos têm o direito à liberdade de opinião e de manifestar também sem temor o seu pensamento. É um princípio fundamental dos direitos do homem, contido na Carta das Nações Unidas, e que temos o dever de assegurar a todos os brasileiros.
Está nisso o sentido profundo desta grande e incalculável multidão que presta, neste instante, manifestação ao Presidente que, por sua vez, também presta conta ao povo dos seus problemas, de suas atitudes e das providências que vem adotando na luta contra forças poderosas, mas que confia sempre na unidade do povo, das classes trabalhadoras, para encurtar o caminho da nossa emancipação.
É apenas de lamentar que parcelas ainda ponderáveis que tiveram acesso à instrução superior continuem insensíveis, de olhos e ouvidos fechados à realidade nacional.
São certamente, trabalhadores, os piores surdos e os piores cegos, porque poderão, com tanta surdez e tanta cegueira, ser os responsáveis perante a História pelo sangue brasileiro que possa vir a ser derramado, ao pretenderem levantar obstáculos ao progresso do Brasil e à felicidade de seu povo brasileiro.
De minha parte, à frente do Poder Executivo, tudo continuarei fazendo para que o processo democrático siga um caminho pacífico, para que sejam derrubadas as barreiras que impedem a conquista de novas etapas do progresso.
E podeis estar certos, trabalhadores, de que juntos o governo e o povo – operários , camponeses, militares, estudantes, intelectuais e patrões brasileiros, que colocam os interesses da Pátria acima de seus interesses, haveremos de prosseguir de cabeça erguida, a caminhada da emancipação econômica e social deste país.
O nosso lema, trabalhadores do Brasil, é “progresso com justiça, e desenvolvimento com igualdade”.
A maioria dos brasileiros já não se conforma com uma ordem social imperfeita, injusta e desumana. Os milhões que nada têm impacientam-se com a demora, já agora quase insuportável, em receber os dividendos de um progresso tão duramente construído, mas construído também pelos mais humildes.
Vamos continuar lutando pela construção de novas usinas, pela abertura de novas estradas, pela implantação de mais fábricas, por novas escolas, por mais hospitais para o nosso povo sofredor; mas sabemos que nada disso terá sentido se o homem não for assegurado o direito sagrado ao trabalho e uma justa participação nos frutos deste desenvolvimento.
Não, trabalhadores; sabemos muito bem que de nada vale ordenar a miséria, dar-lhe aquela aparência bem comportada com que alguns pretendem enganar o povo. Brasileiros, a hora é das reformas de estrutura, de métodos, de estilo de trabalho e de objetivo. Já sabemos que não é mais possível progredir sem reformar; que não é mais possível admitir que essa estrutura ultrapassada possa realizar o milagre da salvação nacional para milhões de brasileiros que da portentosa civilização industrial conhecem apenas a vida cara, os sofrimentos e as ilusões passadas.
O caminho das reformas é o caminho do progresso pela paz social. Reformar é solucionar pacificamente as contradições de uma ordem econômica e jurídica superada pelas realidades do tempo em que vivemos.
Trabalhadores, acabei de assinar o decreto da SUPRA com o pensamento voltado para a tragédia do irmão brasileiro que sofre no interior de nossa Pátria. Ainda não é aquela reforma agrária pela qual lutamos.
Ainda não é a reformulação de nosso panorama rural empobrecido.
Ainda não é a carta de alforria do camponês abandonado.
Mas é o primeiro passo: uma porta que se abre à solução definitiva do problema agrário brasileiro.
O que se pretende com o decreto que considera de interesse social para efeito de desapropriação as terras que ladeiam eixos rodoviários, leitos de ferrovias, açudes públicos federais e terras beneficiadas por obras de saneamento da União, é tornar produtivas áreas inexploradas ou subutilizadas, ainda submetidas a um comércio especulativo, odioso e intolerável.
Não é justo que o benefício de uma estrada, de um açude ou de uma obra de saneamento vá servir aos interesses dos especuladores de terra, quese apoderaram das margens das estradas e dos açudes. A Rio-Bahia, por exemplo, que custou 70 bilhões de dinheiro do povo, não deve bemeficiar os latifundiários, pela multiplicação do valor de suas propriedades, mas sim o povo.
Não o podemos fazer, por enquanto, trabalhadores, como é de prática corrente em todos os países do mundo civilizado: pagar a desapropriação de terras abandonadas em títulos de dívida pública e a longo prazo.
Reforma agrária com pagamento prévio do latifundio improdutivo, à vista e em dinheiro, não é reforma agrária. É negócio agrário, que interessa apenas ao latifundiário, radicalmente oposto aos interesses do povo brasileiro. Por isso o decreto da SUPRA não é a reforma agrária.
Sem reforma constitucional, trabalhadores, não há reforma agrária. Sem emendar a Constituição, que tem acima de dela o povo e os interesses da Nação, que a ela cabe assegurar, poderemos ter leis agrárias honestas e bem-intencionadas, mas nenhuma delas capaz de modificações estruturais profundas.
Graças à colaboração patriótica e técnica das nossas gloriosas Forças Armadas, em convênios realizados com a SUPRA, graças a essa colaboração, meus patrícios espero que dentro de menos de 60 dias já comecem a ser divididos os latifúndios das beiras das estradas, os latifúndios aos lados das ferrovias e dos açudes construídos com o dinheiro do povo, ao lado das obras de saneamento realizadas com o sacrifício da Nação.
E, feito isto, os trabalhadores do campo já poderão, então, ver concretizada, embora em parte, a sua mais sentida e justa reinvindicação, aquela que lhe dará um pedaço de terra para trabalhar, um pedaço de terra para cultivar. Aí, então, o trabalhador e sua família irão trabalhar para si próprios, porque até aqui eles trabalham para o dono da terra, a quem entregam, como aluguel, metade de sua produção. E não se diga, trabalhadores, que há meio de se fazer reforma sem mexer a fundo na Constituição. Em todos os países civilizados do mundo já foi suprimido do texto constitucional parte que obriga a desapropriação por interesse social, a pagamento prévio, a pagamento em dinheiro.
No Japão de pós-guerra, há quase 20 anos, ainda ocupado pelas forças aliadas vitoriosas, sob o patrocínio do comando vencedor, foram distribuídos dois milhões e meio de hectares das melhores terras do país, com indenizações pagas em bônus com 24 anos de prazo, juros de 3,65% ao ano. E quem é que se lembrou de chamar o General MacArthur de subversivo ou extremista?
Na Itália, ocidental e democrática, foram distribuídos um milhão de hectares, em números redondos, na primeira fase de uma reforma agrária cristã e pacífica iniciada há quinze anos, 150 mil famílias foram beneficiadas.
No México, durante os anos de 1932 a 1945, foram distribuídos trinta milhões de hectares, com pagamento das indenizações em títulos da dívida pública, 20 anos de prazo, juros de 5% ao ano, e desapropriação dos latifúndios com base no valor fiscal.
Na Índia foram promulgadas leis que determinam a abolição da grande propriedade mal aproveitada, transferindo as terras para os camponeses.
Essas leis abrangem cerca de 68 milhões de hectares, ou seja, a metade da área cultivada da Índia. Todas as nações do mundo, independentemente de seus regimes políticos, lutam contra a praga do latifúndio improdutivo.
Nações capitalistas, nações socialistas, nações do Ocidente, ou do Oriente, chegaram à conclusão de que não é possível progredir e conviver com o latifúndio.
A reforma agrária não é capricho de um governo ou programa de um partido. É produto da inadiável necessidade de todos os povos do mundo. Aqui no Brasil, constitui a legenda mais viva da reinvindicação do nosso povo, sobretudo daqueles que lutaram no campo.
A reforma agrária é também uma imposição progressista do mercado interno, que necessita aumentar a sua produção para sobreviver.
Os tecidos e os sapatos sobram nas prateleiras das lojas e as nossas fábricas estão produzindo muito abaixo de sua capacidade. Ao mesmo tempo em que isso acontece, as nossas populações mais pobres vestem farrapos e andam descalças, porque não tem dinheiro para comprar.
Assim, a reforma agrária é indispensável não só para aumentar o nível de vida do homem do campo, mas também para dar mais trabalho às industrias e melhor remuneração ao trabalhador urbano.
Interessa, por isso, também a todos os industriais e aos comerciantes. A reforma agrária é necessária, enfim, à nossa vida social e econômica, para que o país possa progredir, em sua indústria e no bem-estar do seu povo.
Como garantir o direito de propriedade autêntico, quando dos quinze milhões de brasileiros que trabalham a terra, no Brasil, apenas dois milhões e meio são proprietários?
O que estamos pretendendo fazer no Brasil, pelo caminho da reforma agrária, não é diferente, pois, do que se fez em todos os países desenvolvidos do mundo. É uma etapa de progresso que precisamos conquistar e que haveremos de conquistar.
Esta manifestação deslumbrante que presenciamos é um testemunho vivo de que a reforma agrária será conquistada para o povo brasileiro. O próprio custo daprodução, trabalhadores, o próprio custo dos gêneros alimentícios está diretamente subordinado às relações entre o homem e a terra. Num país em que se paga aluguéis da terra que sobem a mais de 50 por cento da produção obtida daquela terra, não pode haver gêneros baratos, não pode haver tranquilidade social.
No meu Estado, por exemplo, o Estado do deputado Leonel Brizola, 65% da produção de arroz é obtida em terras alugadas e o arrendamento ascende a mais de 55% do valor da produção. O que ocorre no Rio Grande é que um arrendatário de terras para plantio de arroz paga, em cada ano, o valor total da terra que ele trabahou para o proprietário. Esse inquilinato rural desumano é medieval é o grande responsável pela produção insuficiente e cara que torna insuportável o custo de vida para as classes populares em nosso país.
A reforma agrária só prejudica a uma minoria de insensíveis, que deseja manter o povo escravo e a Nação submetida a um miseravel padrão de vida.
E é claro, trabalhadores, que só se pode iniciar uma reforma agrária em terras economicamente aproveitáveis. E é claro que não poderíamos começar a reforma agrária, para atender aos anseios do povo, nos Estados do Amazonas ou do Pará. A reforma agrária deve ser iniciada nas terras mais valorizadas e ao lado dos grandes centros de consumo, com transporte fácil para o seu escoamento.
Governo nenhum, trabalhadores, povo nenhum, por maior que seja seu esforço, e até mesmo o seu sacrifício, poderá enfrentar o monstro inflacionário que devora os salários, que inquieta o povo assalariado, se não forem efetuadas as reformas de estrutura de base exigidas pelo povo e reclamadas pela Nação.
Tenho autoridade para lutar pela reforma da atual Constituição, porque esta reforma é indispensável e porque seu objetivo único e exclusivo é abrir o caminho para a solução harmônica dos problemas que afligem o nosso povo.
Não me animam, trabalhadores – e é bom que a nação me ouça – quaisquer propósitos de ordem pessoal. Os grandes beneficiários das reformas serão, acima de todos, o povo brasileiro e os governos que me sucederem. A eles, trabalhadores, desejo entregar uma Nação engrandecida, emancipada e cada vez mais orgulhosa de si mesma, por ter resolvido mais uma vez, pacificamente, os graves problemas que a História nos legou. Dentro de 48 horas, vou entregar à consideração do Congresso Nacional a mensagem presidencial deste ano.
Nela, estão claramente expressas as intenções e os objetivos deste governo. Espero que os senhres congressistas, em seu patriotismo, compreendam o sentido social da ação governamental, que tem por finalidade acelerar o progresso deste país e assegurar aos brasileiros melhores condições de vida e trabalho, pelo caminho da paz e do entendimento, isto é, pelo caminho reformista.
Mas estaria faltando ao meu dever se não transmitisse, também, em nome do povo brasileiro, em nome destas 150 ou 200 mil pessoas que aqui estão, caloroso apelo ao Congresso Nacional para que venha ao encontro das reinvindicações populares, para que, em seu patriotismo, sinta os anseios da Nação, que quer abrir caminho, pacífica e democraticamente para melhores dias. Mas também, trabalhadores, quero referir-me a um outro ato que acabo de assinar, interpretando os sentimentos nacionalistas destes país. Acabei de assinar, antes de dirigir-me para esta grande festa cívica, o decreto de encampação de todas as refinarias particulares.
A partir de hoje, trabalhadores brasileiros, a partir deste instante, as refinarias de Capuava, Ipiranga, Manguinhos, Amazonas, e Destilaria Rio Grandense passam a pertencer ao povo, passam a pertencer ao patrimônio nacional.
Procurei, trabalhadores, depois de estudos cuidadosos elaborados por órgãos técnicos, depois de estudos profundos, procurei ser fiel ao espírito da Lei n. 2.004, lei que foi inspirada nos ideais patrióticos e imortais de um brasileiro que também continua imortal em nossa alma e nosso espírito.
Ao anunciar, à frente do povo reunido em praça pública, o decreto de encampação de todas as refinarias de petróleo particulares, desejo prestar homenagem de respeito àquele que sempre esteve presente nos sentimentos do nosso povo, o grande e imortal Presidente Getúlio Vargas.
O imortal e grande patriota Getúlio Vargas tombou, mas o povo continua a caminhada, guiado pelos seus ideais. E eu, particurlamente, vivo hoje momento de profunda emoção ao poder dizer que, com este ato, soube interpretar o sentimento do povo brasileiro.
Alegra-me ver, também, o povo reunido para prestigiar medidas como esta, da maior significação para o desenvolvimento do país e que habilita o Brasil a aproveitar melhor as suas riquezas minerais, especialmente as riquezas criadas pelo monopólio do petróleo. O povo estará sempre presente nas ruas e nas praças públicas, para prestigiar um governo que pratica atos como estes, e também para mostrar às forças reacionárias que há de continuar a sua caminhada, no rumo da emancipação nacional.
Na mensagem que enviei à consideração do Congresso Nacional, estão igualmente consignadas duas outras reformas que o povo brasileiro reclama, porque é exigência do nosso desenvolvimento e da nossa democracia. Refiro-me à reforma eleitoral, à reforma ampla que permita a todos os brasileiros maiores de 18 anos ajudar a decidir dos seus destinos, que permita a todos os brasileiros que lutam pelo engrandecimento do país a influir nos destinos gloriosos do Brasil. Nesta reforma, pugnamos pelo princípio democrático, princípio democrático fundamental, de que todo alistável deve ser também elegível.
Também está consignada na mensagem ao Congresso a reforma universitária, reclamada pelos estudantes brasileiros. Pelos universitários, classe que sempre tem estado corajosamente na vanguarda de todos os movimentos populares nacionalistas.
Ao lado dessas medidas e desses decretos, o governo continua examinando outras providências de fundamental importância para a defesa do povo, especialmente das classes populares.
Dentro de poucas horas, outro decreto será dado ao conhecimento da Nação. É o que vai regulamentar o preço extorsivo dos apartamentos e residências desocupados, preços que chegam a afrontar o povo e o Brasil, oferecidos até mediante o pagamento em dólares. Apartamento no Brasil só pode e só deve ser alugado em cruzeiros, que é dinheiro do povo e a moeda deste país. Estejam tranqüilos que dentro em breve esse decreto será uma realidade.
E realidade há de ser também a rigorosa e implacável fiscalização para seja cumprido. O governo, apesar dos ataques que tem sofrido, apesar dos insultos, não recuará um centímetro sequer na fiscalização que vem exercendo contra a exploração do povo. E faço um apelo ao povo para que ajude o governo na fiscalização dos exploradores do povo, que são também exploradores do Brasil. Aqueles que desrespeitarem a lei, explorando o povo – não interessa o tamanho de sua fortuna, nem o tamanho de seu poder, esteja ele em Olaria ou na Rua do Acre – hão de responder, perante a lei, pelo seu crime.
Aos servidores públicos da Nação, aos médicos, aos engenheiros do serviço público, que também não me têm faltado com seu apoio e o calor de sua solidariedade, posso afirmar que suas reinvindicações justas estão sendo objeto de estudo final e que em breve serão atendidas. Atendidas porque o governo deseja cumprir o seu dever com aqueles que permanentemente cumprem o seu para com o país.
Ao encerrar, trabalhadores, quero dizer que me sinto reconfortado e retemperado para enfrentar a luta que tanto maior será contra nós quanto mais perto estivermos do cumprimento de nosso dever. À medida que esta luta apertar, sei que o povo também apertará sua vontade contra aqueles quenão reconhecem os direitos populares, contra aqueles que exploram o povo e a Nação.
Sei das reações que nos esperam, mas estou tranqüilo, acima de tudo porque sei que o povo brasileiro já está amadurecido, já tem consciência da sua força e da sua unidade, e não faltará com seu apoio às medidas de sentido popular e nacionalista.
Quero agradecer, mais uma vez, esta extraordinária manifestação, em que os nossos mais significativos líderes populares vieram dialogar com o povo brasileiro, especialmente com o bravo povo carioca, a respeito dos problemas que preocupam a Nação e afligem todos os nossos patrícios. Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isto, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação.
Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.






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