Prova de História - 3º ano - 1º Bimestre - Ensino Médio, com gabarito.

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Prova de História - 3º ano - Ensino Médio

Prova de História. 

3º ano - 1º bimestre - Ensino Médio. 


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Gabarito:

Exercício 1:
O aluno pode citar a ênfase a grandes personagens históricos, o estabelecimento de datas para a divisão tradicional da História, a europeização da História, entre outros.

Exercício 2:
Paleolítico e Neolítico. O primeiro período, o maior da pré-história, abrange principalmente a evolução física dos hominídeos. O aluno deve citar características como o nomadismo, caça, pesca e coleta de alimentos, utilização de objetos como pedra, ossos e madeira lascados, a vida em 'bandos', entre outras que achar relevantes. Já no segundo período, o aluno deve citar a Revolução Neolítica com a descoberta da agricultura e as mudanças trazidas por tal acontecimento, como o sedentarismo, a domesticação de animais, as primeiras organizações em sociedade e quaisquer outras transformações que achar necessário citar.

Exercício 3:
Alternativa E

Exercício 4:
Alternativa C

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Exercício 5:
Alternativa D

Exercício 6:
Alternativa A

Exercício 7:
Alternativa D


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Um abraço do professor Júnior!

Prova de História - 2º ano - 1º Bimestre - Ensino Médio, com gabarito.

22:24 Junior Lopes 0 Comentários

Prova de História - 2º ano - Ensino Médio

Prova de História. 

2º ano - 1º bimestre - Ensino Médio. 


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Gabarito:

Exercício 1:
Resposta pessoal, com base nos vídeos assistidos em sala. O aluno pode citar como ponto comum entre os dois a utilização da linha de montagem ou a especialização dos funcionários em tarefas específicas e, como diferenças entre os mesmos, a grande utilização de mão de obra humana no Ford T e a utilização de robôs na maior parte da produção do Camaro, além da rigidez no controle de qualidade utilizado na fabricação deste último, enquanto no Ford T o controle de qualidade, apesar de já existir, era colocado em segundo plano para dar espaço ao aumento da produção em larga escala.

Exercício 2:
Resposta pessoal. O aluno deve criar um pequeno texto citando o advento do capitalismo industrial com a Revolução Industrial, relacionando ainda o fim do tráfico negreiro como porta de abertura para o aumento do mercado consumidor e possibilidade de investimento de capitais antes utilizados para esse fim, fazendo o trabalho livre assalariado ser a base do fornecimento de mão de obra barata para as indústrias, além de abastecer internamente, a remuneração e o consumo, necessários para o industrialismo.

Exercício 3:
Alternativa A

Exercício 4:
Alternativa B

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Exercício 5:
Alternativa C

Exercício 6:
Alternativa D

Exercício 7:
Alternativa E

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Prova de História - 1º ano - 1º Bimestre - Ensino Médio, com gabarito.

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Prova de História - 1º ano - Ensino Médio

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1º ano - 1º bimestre - Ensino Médio. 


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Gabarito:

Exercício 1:
O aluno deve tentar explicar a teoria do evolucionismo com suas próprias palavras, citando as principais teorias que tratam sobre os hominídeos, passando pelo Australopithecus chegando até o Homo Sapiens Sapiens.

Exercício 2:
Paleolítico e Neolítico. O primeiro período, o maior da pré-história, abrange principalmente a evolução física dos hominídeos. O aluno deve citar características como o nomadismo, caça, pesca e coleta de alimentos, utilização de objetos como pedra, ossos e madeira lascados, a vida em 'bandos', entre outras que achar relevantes. Já no segundo período, o aluno deve citar a Revolução Neolítica com a descoberta da agricultura e as mudanças trazidas por tal acontecimento, como o sedentarismo, a domesticação de animais, as primeiras organizações em sociedade e quaisquer outras transformações que achar necessário citar.

Exercício 3:
Alternativa E

Exercício 4:
Alternativa B

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Exercício 5:
Alternativa D

Exercício 6:
Alternativa D

Exercício 7:
Alternativa C


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Conversor de Calendários - Complemento à aula de História

01:00 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem a imagem de um calendário

Conversor de calendário

Complemento à aula de História


Colégio Construindo o Saber


Em nossas primeiras aulas do ano vimos que o Tempo tem uma relação íntima com a História...

Vimos também que não existe apenas o calendário que conhecemos (Gregoriano) para marcar a passagem do tempo.
Se você ficou curioso por saber como são os calendários que comentamos em sala, acesse os links abaixo e faça a conversão de qualquer data (o dia de hoje, seu aniversário...):









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Apoio para aula sobre a Antártida - 8º ano

00:22 Junior Lopes 0 Comentários


Antártida

Material de apoio à aula (Geografia)

Colégio Construindo o Saber

Para os alunos do 8º ano do Colégio Construindo o Saber...

O nosso primeiro assunto do ano está ligado às zonas polares da Terra. No que diz respeito à Antártida, os links abaixo serão úteis para a realização das tarefas pedidas em sala e para uma melhor compreensão do conteúdo.
Clique nos itens abaixo para acessá-los:


Sobre o mesmo assunto, confira também no blog:

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Texto na íntegra dos 14 artigos do Tratado da Antártida (extraído do site do PROANTAR), de 1959, ao qual o Brasil aderiu em 1975:


Texto do Tratado da Antártica
Concluído em Washington, a 1° de dezembro de 1959.
Adesão do Brasil, a 16 de maio de 1975.
Aprovado pelo Decreto Legislativo n° 56, de 29 de junho de 1975.
Promulgado pelo Decreto n° 75.963, de 11 de julho de 1975.
Publicado no Diário Oficial de 14 de julho de 1975.
Texto
Os Governos da Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, República Francesa, Japão, Nova Zelândia, Noruega, União da África do Sul, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e Estados Unidos da América.
 Reconhecendo ser de interesse de toda a humanidade que a Antártica continue para sempre a ser utilizada exclusivamente para fins pacíficos e não se converta em cenário ou objeto de discórdias internacionais.
 Reconhecendo das importantes contribuições dos conhecimentos científicos logrados através da colaboração internacional na pesquisa científica realizada na Antártica.
 Convencidos de que o estabelecimento de uma firme base para o prosseguimento e desenvolvimento de tal colaboração com lastro na liberdade de pesquisa científica na Antártica, conforme ocorre durante o Ano Geofísico Internacional, está de acordo com os interesses da ciência e com o progresso de toda a humanidade.
 Convencidos, também, de que um Tratado que assegure a utilização da Antártica somente para fins pacíficos e de que, o prosseguimento da harmonia internacional na Antártica fortalecerão os fins e princípios corporificados na Carta das Nações Unidas.
 Concordam o seguinte:
 ARTIGO I
 1. A Antártica será utilizada somente para fins pacíficos. Serão proibidas, inter alia, quaisquer medidas de natureza militar, tais como o estabelecimento de bases e fortificações, a realização de manobras militares, assim como as experiências com quaisquer tipos de armas.
 2. O presente Tratado não impedirá a utilização de pessoal ou equipamento militar para pesquisa científica ou para qualquer outro propósito pacífico.
 ARTIGO II
 Persistirá, sujeita às disposições do presente Tratado, a liberdade de pesquisa científica na Antártica e de colaboração para este fim, conforme exercida durante o Ano Geofísico Internacional.
 ARTIGO III
 1. A fim de promover a cooperação internacional para a pesquisa científica na Antártica, como previsto no Artigo II do presente Tratado, as Partes Contratantes concordam, sempre que possível e praticável, em que:
 a) a informação relativa a planos para programas científicos, na Antártica, será permutada a fim de permitir a máxima economia e eficiência das operações;
 b) o pessoal científico na Antártica será permutado entre expedições e estações; e
 c) as observações e resultados científicos obtidos na Antártica serão permutados e tornados livremente utilizáveis.
 2. Na implementação deste Artigo, será dado todo o estímulo ao estabelecimento de relações de trabalho cooperativo com as agências especializadas das Nações Unidas e com outras organizações internacionais que tenham interesse científico ou técnico na Antártica.
 ARTIGO IV
 1. Nada que se contenha no presente Tratado poderá ser interpretado como:
 a) renúncia, por quaisquer das Partes Contratantes, a direitos previamente invocados ou a pretensões de soberania territorial na Antártica;
 b) renúncia ou diminuição, por quaisquer das Partes Contratantes, a qualquer base de reivindicação de soberania territorial na Antártica que possa ter, quer como resultado de suas atividades, ou de seus nacionais, na Antártica, quer por qualquer outra forma; e
 c) prejulgamento da posição de qualquer das Partes Contratantes quanto ao reconhecimento dos direitos ou reivindicação ou bases da reivindicação de algum outro Estado quanto à soberania territorial na Antártica.
 2. Nenhum ato ou atividade que tenha lugar, enquanto vigorar o presente Tratado, constituirá base para proclamar, apoiar ou contestar reivindicação sobre soberania territorial na Antártica, ou para criar direitos de soberania na Antártica. Nenhuma nova reivindicação, ou ampliação de reivindicação existente, relativa à soberania territorial na Antártica será apresentada enquanto o presente Tratado estiver em vigor.
 ARTIGO V
 1. Ficam proibidas as explosões nucleares na Antártica, bem como o lançamento ali de lixo ou resíduos radioativos.
 2. No caso da conclusão de acordos internacionais sobre a utilização da emenda nuclear inclusive as explosões nucleares e o lançamento de resíduos radioativos, de que participem todas as Partes Contratantes, cujos representantes estejam habilitados a participar das reuniões previstas no Artigo X, aplicar-se-ão à Antártica as regras estabelecidas em tais acordos.
 ARTIGO VI
 As disposições do presente Tratado aplicar-se-ão à área situada ao sul de 60 graus de latitude sul, inclusive às plataformas de gelo, porém nada do presente Tratado prejudicará e, de forma alguma, poderá alterar os direitos ou exercícios dos direitos de qualquer Estado, de acordo com o direito internacional aplicável ao alto-mar, dentro daquela área.
 ARTIGO VII
 1. A fim de promover os objetivos e assegurar a observância das disposições do presente Tratado, cada Parte Contratante, cujos representantes estiverem habilitados a participar das reuniões previstas no Artigo IX, terá direito de designar observadores para realizarem os trabalhos de inspeção previstos no presente Artigo. Os observadores deverão ser nacionais das Partes Contratantes que os designarem. Os nomes dos observadores serão comunicados a todas as outras Partes Contratantes, que tenham o direito de designar observadores e idênticas comunicações serão feitas ao terminarem, sua missão.
 2. Cada observador, designado de acordo com as disposições do Parágrafo 1 deste Artigo, terá completa liberdade de acesso, em qualquer tempo a qualquer e a todas as áreas da Antártica.
 3. Todas as áreas da Antártica, inclusive todas as estações, instalações e equipamentos existentes nestas áreas, e todos os navios e aeronaves em ponto de embarque ou desembarque na Antártica estarão a todo tempo abertos à inspeção de quaisquer observadores designados de acordo com o Parágrafo 1 deste Artigo.
 4. A observação aérea poderá ser efetuada a qualquer tempo, sobre qualquer das áreas da Antártica, por qualquer das Partes Contratantes que tenham o direito de designar observadores.
 5. Cada Parte Contratante no momento em que este Tratado entrar em vigor, informará às outras Partes Contratantes e daí por diante dará notícia antecipada de:
 a) todas as expedições com destino à Antártica, por parte de seus navios ou nacionais, e todas as expedições à Antártica, organizadas em seu território ou procedentes do mesmo;
 b) todas as estações antárticas que estejam ocupadas por súditos de sua nacionalidade; e
 c) todo o pessoal ou equipamento militar que um país pretenda introduzir na Antártica, observadas as condições previstas no Parágrafo 2 do Artigo I do presente Tratado.
 ARTIGO VIII
 1. A fim de facilitar o exercício de suas funções, de conformidade com o presente Tratado, e sem prejuízo das respectivas posições das Partes Contratantes relativamente à jurisdição sobre todas as pessoas na Antártica, os observadores designados de acordo com o Parágrafo 1 do Artigo VII, e o pessoal científico intercambiado de acordo com o Subparágrafo 1(b) do Artigo III deste Tratado, e os auxiliares que acompanham as referidas pessoas, estarão sujeitos apenas à jurisdição da Parte Contratante de que sejam nacionais, a respeito de todos os atos ou omissões que realizarem, enquanto permanecerem na Antártica, relacionados com o cumprimento de suas funções.
 2. Sem prejuízo das disposições do Parágrafo 1 deste Artigo, e até que sejam adotadas as medidas previstas no Subparágrafo 1(e) do Artigo IX, as Partes Contratantes interessadas em qualquer caso de litígio, a respeito do exercício de jurisdição na Antártica, deverão consultar-se conjuntamente com o fim de alcançarem uma solução mutuamente aceitável.
 ARTIGO IX
 1. Os representantes das Partes Contratantes, mencionados no preâmbulo deste Tratado, reunir-se-ão na cidade de Camberra, dentro de dois meses após a entrada em vigor do Tratado, e daí por diante sucessivamente em datas e lugares convenientes, para o propósito de intercambiarem informações, consultarem-se sobre matéria de interesse comum pertinente à Antártica e formularem, considerarem e recomendarem a seus Governos medidas concretizadoras dos princípios e objetivos do Tratado, inclusive as normas relativas ao:
 a) uso da Antártica somente para fins pacíficos;
 b) facilitação de pesquisas científicas na Antártica;
 c) facilitação da cooperação internacional da Antártica;
 d) facilitação do exercício do direito de inspeção previsto no Artigo VII do Tratado;
 e) questões relativas ao exercício de jurisdição na Antártica; e
 f) preservação e conservação dos recursos vivos na Antártica.
 2. Cada Parte Contratante que se tiver tornado membro deste Tratado por adesão, de acordo com o Artigo XIII, estará habilitado a designar representantes para comparecerem às reuniões referidas no Parágrafo 1 do presente Artigo, durante todo o tempo em que a referida Parte Contratante demonstrar seu interesse pela Antártica, pela promoção ali de substancial atividade de pesquisa científica, tal como o estabelecimento de estação científica ou o envio de expedição científica.
 3. Os relatórios dos observadores referidos no Artigo VII do presente Tratado deverão ser transmitidos aos representantes das Partes Contratantes que participarem das reuniões previstas no Parágrafo 1 do presente Artigo.
 4. As medidas previstas no Parágrafo 1 deste Artigo tornar-se-ão efetivas quando aprovadas por todas as Partes Contratantes, cujos representantes estiverem autorizados a participar das reuniões em que sejam estudadas tais medidas.
 5. Todo e qualquer direito estabelecido no presente Tratado poderá ser exercido a partir da data em que o Tratado entrar em vigor, tenham ou não sido propostas, consideradas, ou aprovadas, conforme as disposições deste Artigo, as medidas destinadas a facilitar o exercício de tais direitos.
 ARTIGO X
 Cada uma das Partes Contratantes compromete-se a empregar esforços apropriados, de conformidade com a Carta da Nações Unidas, para que ninguém exerça na Antártica qualquer atividade contrária aos princípios e propósitos do presente Tratado.
 ARTIGO XI
 1. Se surgir qualquer controvérsia entre duas ou mais das Partes Contratantes, a respeito da interpretação ou aplicação do presente Tratado, estas Partes Contratantes se consultarão entre si para que o dissídio se resolva por negociação, investigação, mediação, conciliação, arbitramento, decisão judicial ou outro meio pacífico de sua escolha.
 2. Qualquer controvérsia dessa natureza, que não possa ser resolvida por aqueles meios, será levada à Corte Internacional de Justiça, com o consentimento, em cada caso, de todas as Partes interessadas. Porém se não for obtido um consenso a respeito do litígio não se eximirão da responsabilidade de continuar a procurar resolver por qualquer dos vários meios pacíficos referidos no Parágrafo 1 deste Artigo.
 ARTIGO XII
 1.
 a) O presente Tratado pode ser modificado ou emendado em qualquer tempo, por acordo unânime das Partes Contratantes cujos representantes estiverem habilitados a participar das reuniões previstas no Artigo IX. Qualquer modificação ou emenda entrará em vigor quando o Governo depositário tiver recebido comunicação, de todas as Partes Contratantes, de a haverem ratificado.
 b) Tal modificação ou emenda, daí por diante, entrará em vigor em relação a qualquer outra Parte Contratante quando o Governo depositário receber notícia de sua ratificação. Qualquer Parte Contratante de que não se tenha notícia de haver ratificação, dentro de dois anos a partir da data da vigência da modificação ou emenda, de acordo com a disposição do Subparágrafo 1(a) deste Artigo, será considerada como se tendo retirado do presente Tratado na data da expiração daquele prazo.
 2.
 a) Se, depois de decorridos trinta anos da data da vigência do presente Tratado, qualquer das Partes Contratantes, cujos representantes estiverem habilitados a participar das reuniões previstas no Artigo IX, assim o requerer, em comunicação dirigida ao Governo depositário, uma conferência de todas as Partes Contratantes será realizada logo que seja praticável para rever o funcionamento do Tratado.
 b) Qualquer modificação ou emenda ao presente Tratado, que for aprovada em tal conferência pela maioria das Partes Contratantes nela representadas, inclusive a maioria daquelas cujos representantes estão habilitados a participar das reuniões previstas no Artigo IX, será comunicada pelo Governo depositário a todas as Partes Contratantes imediatamente após o término da conferência e entrará em vigor de acordo com as disposições do Parágrafo 1 do presente Artigo.
 c) Se qualquer modificação ou emenda não tiver entrado em vigor, de acordo com as disposições do Subparágrafo 1(a) deste Artigo, dentro do período de dois anos após a data de sua comunicação a todas as Partes Contratantes, qualquer Parte Contratante poderá, a qualquer tempo após a expiração daquele prazo, comunicar ao Governo depositário sua retirada do presente Tratado e esta retirada terá efeito dois anos após o recebimento da comunicação pelo Governo depositário.
 ARTIGO XIII
 1. O presente Tratado estará sujeito à ratificação por todos os Estados signatários. Ficará aberto à adesão de qualquer Estado que for membro das Nações Unidas, ou de qualquer outro Estado que possa ser convidado a aderir ao Tratado com o consentimento de todas as Partes Contratantes cujos representantes estiverem habilitados a participar das reuniões previstas ao Artigo IX do Tratado.
 2. A ratificação ou adesão ao presente Tratado será efetuada por cada Estado de acordo com os seus processos constitucionais.
 3. Os instrumentos de ratificação ou de adesão serão depositados junto ao Governo dos Estados Unidos da América, aqui designado Governo depositário.
 4. O Governo depositário informará todos os Estados signatários e os aderentes, da data de cada depositário de instrumento de ratificação ou adesão e data de entrada em vigor do Tratado ou de qualquer emenda ou modificação.
 5. Feito o depósito dos instrumentos de ratificação por todos os Estados signatários, o presente Tratado entrará em vigor para esses Estados e para os Estados que tenham depositado instrumentos de adesão. Posteriormente o Tratado entrará em vigor para qualquer Estado aderente na data do depósito de seu instrumento de adesão.
 6. O presente Tratado será registrado pelo Governo depositário, de conformidade com o Artigo 102 da Carta das Nações Unidas.
 ARTIGO XIV
 O presente Tratado, feito nas línguas inglesa, francesa, russa e espanhola, em versões igualmente autênticas, será depositado nos arquivos do Governo dos Estados Unidos da América, que enviará cópias aos Governos dos Estados signatários e aderentes.
 EM FÉ QUE, os plenipotenciários abaixo assinados, devidamente autorizados, firmam o presente Tratado.
 FEITO em Washington, neste primeiro dia de dezembro de mil novecentos e cinquenta e nove.


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Um abraço do professor Júnior!

Primeiro dia de Aula: História e Geografia.

23:01 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma imagem ligada aos personagens de "The Big Bang Theory"

Primeiro dia de aula: História e Geografia

2015

Colégio Construindo o Saber

Para começar o ano de forma bem tranquila...

Depois de criarmos nossa 'Máquina do Tempo' (clique aqui para saber mais) em um primeiro contato professor/aluno, é hora de apresentar os conteúdos que serão estudados durante o ano. No 6º ano repeti o que fiz em 2013, ou seja, começar com o tema de abertura da série "The Big Bang Theory" para então começar o bate-papo com os alunos.
Clique aqui para ver o que foi feito.

Confira também: Dinâmicas para o primeiro dia de aula. Clique e confira!











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Máquina do Tempo 2015

23:47 Junior Lopes 0 Comentários

Aqui tem uma imagem do DeLorean do 'De Volta para o Futuro'

Início das atividades no CCS

Máquina do Tempo



E começa o ano letivo de 2015...

Para darmos o pontapé inicial com a disciplina de História, nossa primeira atividade será uma 'Máquina do Tempo'. Isso mesmo! Essa 'Máquina do Tempo' permitirá que, no futuro, tenhamos informações sobre o início do nosso ano escolar de 2015. Funciona assim: vocês meus alunos do 6º ano do Colégio Construindo o Saber, responderão algumas perguntas, terão liberdade para escreverem sobre o que quiserem, tiraremos uma foto de cada aluno individualmente e da turma. Depois, os textos que vocês criaram serão digitalizados, armazenados juntamente com as fotos e enviados para um endereço eletrônico que somente eu sei qual é (huashushaushausha!!!!!). Esse endereço será divulgado a vocês somente em 2018, quando finalizarem o Ensino Fundamental, por meio desta página: profjunioronline.wix.com/maquinadotempo2015. Aí então poderemos perceber o que aconteceu nesse tempo que as informações ficaram trancafiadas.

Aproveite para navegar pelo blog e conhecer o que foi feito em História e Geografia nos anos anteriores. Por enquanto o blog ainda está um pouco bagunçado porque nas férias ele passou por algumas reformulações, mas logo estará atualizado.


Abraço e bom início de ano a todos!









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